

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A atuação de equipes de enfermagem em territórios de elevada vulnerabilidade sanitária, como em determinadas regiões da Amazônia Legal, impõe a reorganização do processo de trabalho na Atenção Primária à Saúde (APS), exigindo articulação entre vigilância, cuidado longitudinal e ações intersetoriais. À luz dos princípios doutrinários do SUS, dos atributos da APS segundo Starfield, e das Diretrizes da PNAB (2017), qual proposição melhor expressa os fundamentos técnico-operacionais que devem orientar a intervenção de enfermagem nesse cenário?
A adoção de ações focalizadas, centradas em campanhas vacinais urbanas e pactuação de metas de curto prazo, é suficiente para reduzir os efeitos da vulnerabilidade epidemiológica, garantindo equidade pela segmentação da atenção.
A territorialização do cuidado, associada à adscrição de clientelas e à vigilância em saúde como eixo transversal, constitui diretriz estruturante da APS e pressupõe reconfiguração intersetorial das práticas profissionais e gestão do risco sanitário.
A reestruturação da APS em áreas remotas deve priorizar a contratualização de metas com prestadores privados, descentralizando a responsabilidade da enfermagem em favor de unidades gerenciadas por organizações sociais.
A capilarização das ações de saúde na Amazônia Legal deve ser orientada exclusivamente por parâmetros clínico-assistenciais, sendo a vigilância sanitária uma atribuição autônoma dos entes estaduais e sem interface com a APS.
A baixa cobertura vacinal infantil deve ser enfrentada por meio de reforço da vigilância vertical, centrada na epidemiologia de gabinete e no monitoramento remoto dos agravos, com intervenções pontuais conforme detecção de casos.