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Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), a enfermeira coordenadora observa uma heterogeneidade significativa na qualidade das medidas de Pressão Arterial (PA) realizadas pela equipe de enfermagem, o que tem gerado dúvidas diagnósticas e dificuldades no monitoramento de pacientes hipertensos.
Para padronizar os procedimentos e elevar a acurácia das aferições, considera-se uma conduta essencial da enfermeira coordenadora:
Desenvolver e aplicar um protocolo de checagem da técnica de medida da PA em consultório, incluindo a verificação do uso de manguitos de tamanho adequado e a comparação das medidas obtidas pelos monitores automáticos com o método auscultatório, com diferença não superior a 5 mmHg.
Centralizar as medidas de PA em apenas um profissional por turno, utilizando, preferencialmente, monitores de punho devido à sua praticidade e menor custo, padronizando a abordagem para todos os pacientes.
Implementar um programa de educação continuada focado, exclusivamente, na técnica auscultatória de medida da PA e verificar a calibração dos equipamentos automáticos a cada 6 meses, visando à correção de possíveis desvios.
Priorizar a aquisição de esfigmomanômetros de mercúrio para toda a equipe, dada a sua classificação como padrão de referência para validação de outros dispositivos, assegurando assim a máxima precisão nas medidas.