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A temperatura corporal é o resultado do balanço entre os mecanismos de produção e de eliminação do calor. No Recém-Nascido (RN), sobretudo no pré-termo, pode ocorrer desequilíbrio desses mecanismos, com aumento nas perdas e limitação na produção (Brasil, 2014). Diante desse contexto, qual alternativa está CORRETA em relação ao que o(a) enfermeiro(a) precisa saber sobre a manutenção da temperatura corporal do RN?
O controle térmico depende da idade gestacional e pós-natal, do peso de nascimento e das condições clínicas do RN.
O controle térmico não depende da idade gestacional e sim das condições da pele do RN ao nascer.
A hipertermia no RN prematuro é mais frequente e mais preocupante do que a hipotermia, considerando que o aumento do calor no RN tem a ver com o consumo de O limitado por problemas pulmonares ao nascer.
A temperatura do RN está em constante interação com a do ambiente e, portanto, em constante mudança. Por isso, a recomendação é que o enfermeiro faça apenas uma aferição da temperatura na localização retal para se ter resultados e avaliação seguros.
A Organização Mundial da Saúde define como faixa de normalidade a temperatura do RN de 35,5 a 37°C e classifica a hipotermia como qualquer temperatura do RN que esteja abaixo dos 34ºC.