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Considere o seguinte relato:
Certo paciente, 71 anos, foi transferido para a unidade de terapia intensiva (UTI). Ao ser admitido na unidade, o enfermeiro de plantão notou algumas anomalias nos sinais vitais do paciente e solicitou a avaliação do médico da equipe, o qual prescreveu, sem muita análise, altas doses de sedativo. O enfermeiro, então, compartilhou com o médico grande preocupação com o uso de sedativos naquela situação, e que exames para diagnóstico seriam necessários para aquele paciente. Contudo, o médico descartou suas argumentações e deixou a unidade, mantendo sua prescrição.
Na situação descrita, por entender que a saúde do paciente é a prioridade máxima, o profissional enfermeiro poderá realizar os seguintes procedimentos, EXCETO:
Documentar o quadro descrito no prontuário do paciente, entrar em contato com o residente de plantão e avisar ao supervisor de enfermagem.
Mudar a medicação do paciente para aquela que considerar mais adequada e segura, sem necessidade de notificação do médico plantonista.
Solicitar a avaliação do residente de plantão e, se este concordar com a do médico da equipe, contatar o médico atendente e obter os pedidos de exames apropriados.
O profissional deverá notificar todos os médicos e enfermeiras envolvidos quanto às condições do paciente.
Embora as ações do enfermeiro possam provocar desconfortos profissionais acerca da relação com os médicos da equipe e residente, é mais importante evitar danos potenciais ao paciente.