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Considerando as evidências mais recentes e as boas práticas de nebulização em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) durante exacerbação aguda, marque a opção correta.
Permitir que o paciente permaneça em decúbito dorsal ao longo de toda a nebulização, garantindo fluxo de oxigênio superior a 10 L/min para aumentar a deposição pulmonar do fármaco.
Utilizar nebulização contínua com soluções hipertônicas, dispensando higienização do kit quando destinado ao mesmo paciente, a fim de reduzir o risco de contaminação cruzada.
Aplicar a terapia por nebulização apenas na presença de soro fisiológico a 0,45%, pois soluções isotônicas podem ocasionar hipersecreção, agravando a obstrução das vias aéreas.
Optar sempre pelo nebulizador ultrassônico em crises de DPOC, pois não há necessidade de controle do fluxo de ar comprimido e a partícula gerada é homogênea, isentando o paciente de possíveis infecções.
Manter o paciente em posição confortável (Fowler ou semi-Fowler), com fluxo de nebulização em torno de 6 a 8 L/min, higienizando adequadamente o conjunto de nebulização antes e após cada uso para prevenção de contaminações.