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Um trabalhador do setor de manutenção do hospital comparece ao ambulatório de saúde ocupacional queixando-se de mal-estar, mialgia em panturrilhas, cefaleia, colúria e fadiga. Ele informa que está preocupado, pois o noticiário divulgou que a residência dele está na área endêmica de leptospirose. Na avaliação inicial do trabalhador, observa-se icterícia, tosse seca, adinamia e petéquias nos braços e dorso. Diante do caso, a medida correta a ser adotada pelo técnico de enfermagem do trabalho é:
Prescrever antitérmicos, orientar o trabalhador sobre a necessidade de vacinação para leptospirose e realizar os registros pertinentes, que incluem a notificação via preenchimento da ficha do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), em até 72 horas.
Encaminhar o trabalhador para avaliação médica imediata e fazer os registros pertinentes, que incluem a notificação via preenchimento da ficha do SINAN em até 24 horas.
Administrar antibiótico e antitérmicos, encaminhar o trabalhador para isolamento domiciliar e fazer os registros pertinentes, que incluem a notificação via preenchimento da ficha do SINAN posteriormente.
Orientar quanto à necessidade de vacinação para leptospirose e uso de máscara descartável por 10 dias e aguardar desfecho da doença para realizar a notificação via preenchimento da ficha do SINAN posteriormente.
Aplicar vacina para leptospirose, encaminhar para avaliação médica imediata, liberar o atestado de saúde ocupacional e realizar a notificação via preenchimento da ficha do SINAN em até 48 horas.