

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma vítima de queda de moto não utilizava capacete no momento do acidente. No atendimento pré-hospitalar móvel, encontra-se irresponsivo, com equimose periorbital bilateral, pressão arterial de 180/150 mm/Hg, frequência cardíaca de 42 bpm, pupilas sem fotorreação e respiração de Cheyne-Stokes.
Conforme o PreHospital Trauma Life Support (PHTLS), 10. ed., a conduta correta a ser adotada, nesse caso, inclui
transportar a vítima em posição supina, com elevação do decúbito a 45 graus, para ajudar a diminuir a pressão intracraniana.
administrar medicamentos anti-hipertensivos para reduzir a pressão arterial sistólica a valores entre 100 e 120 mm/Hg.
transportar a vítima em posição supina, com elevação do decúbito a no máximo 30 graus, para não comprometer a pressão de perfusão cerebral.
administrar manitol intravenoso, diante da sua recomendação de uso rotineiro nos casos de traumatismo cranioencefálico.
transportar a vítima em posição de Trendelenburg para otimizar a perfusão cerebral e favorecer o retorno venoso.