

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Os órgãos torácicos estão intimamente envolvidos na manutenção da oxigenação, ventilação, perfusão e do fornecimento de oxigênio. Determinadas lesões no tórax, caso não prontamente reconhecidas e tratadas adequadamente, podem levar à morbidade e mortalidade. No que se refere ao trauma torácico, conforme as recomendações do PreHospital Trauma Life Support (PHTLS), 10. ed., pode-se afirmar que
a ultrassonografia no local de atendimento (Point-of-Care Ultrasound – POCUS) é uma tecnologia emergente que está sendo ativamente estudada no ambiente pré-hospitalar e desempenha o papel principal na identificação de hemotórax e no tamponamento cardíaco no manejo do trauma de tórax.
a descompressão no pneumotórax hipertensivo deve ser realizada quando dois achados clínicos estiverem presentes, a saber: agravamento do desconforto respiratório ou dificuldade de ventilação com dispositivo bolsa-máscara e ruídos respiratórios diminuídos ou ausentes unilaterais.
o gerenciamento do hemotórax deve considerar a administração de oxigênio em alta concentração, manutenção da ventilação, monitorização contínua, instalação de acesso intravenoso, bem como fornecer fluidoterapia em grandes volumes de cristalóides.
o manejo do tamponamento cardíaco requer o transporte rápido e monitorado, para que seja realizado o reparo cirúrgico, assim como a administração de oxigênio em alta concentração, com indicação de ventilação por pressão positiva, para diminuir o retorno venoso.
o fluxo de ar, no pneumotórax aberto, é evitado pela aplicação de uma vedação torácica ventilada, com a utilização de um selo torácico disponível comercialmente ou de métodos improvisados, como a aplicação, por exemplo, de papel alumínio, filme plástico, gaze de petróleo ou almofada de desfibrilador.