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Ao nascimento, se o recém-nascido com idade gestacional ≥34 semanas não estiver respirando ou chorando, não iniciar movimentos respiratórios regulares e/ou apresentar tônus muscular flácido, ele deve ser considerado com vitalidade comprometida e conduzido imediatamente à mesa de reanimação, seguindo os passos de estabilização neonatal. Sobre esse tema, é correto afirmar que
recomenda-se a avaliação da frequência cardíaca, por meio de ausculta precordial , em recém-nascidos com idade gestacional ≥34 semanas que necessitem de reanimação ao nascer, pois tanto a palpação do cordão quanto o monitor cardíaco subestimam a FC em cerca de 15-25 bpm.
a aspiração de boca e narinas é recomendada de rotina para RN ≥34 semanas com vitalidade comprometida, independentemente do aspecto do líquido amniótico.
manobras que garantam a manutenção da normotermia e de vias aéreas pérvias que devem ser realizadas em, no máximo, 60 segundos, seguidas da avaliação da respiração e da frequência cardíaca do recém-nascido.
a ventilação pulmonar constitui o procedimento mais relevante e eficaz na reanimação do recém-nascido ao nascimento. A efetividade da reanimação depende da substituição do líquido presente nos sacos alveolares e/ou alvéolos por ar.
após a realização dos cuidados voltados à manutenção da temperatura e à desobstrução das vias aéreas, caso o recém-nascido apresente frequência cardíaca inferior a 120 bpm e/ou apneia ou respiração irregular, está indicada a ventilação com pressão positiva (VPP), que deve ser iniciada nos primeiros 60 segundos de vida, conhecidos como o “minuto de ouro”.