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Adolescente, 17 anos, obesidade grau I, queixa-se de palpitações e foi submetido a eletrocardiograma realizado por estudante de enfermagem, com supervisão direta da professora, enfermeira. Após impressão do traçado eletrocardiográfico, a professora notou inversão inesperada das ondas no plano frontal, sugestivas de erro técnico no posicionamento dos eletrodos. A enfermeira confirmou o erro ao observar que o estudante havia invertido o posicionamento dos eletrodos dos MSD e MSE.
A alteração esperada no traçado do exame impresso seria uma
inversão da polaridade da derivação I e, possívelmente, um pseudo-desvio do eixo elétrico para a direita.
aparente inversão das ondas T nas derivações precordiais, sugerindo uma isquemia difusa.
redução uniforme da amplitude do QRS em precordiais, sugerindo um derrame pericárdico.
alteração da frequência cardíaca registrada, que se apresentará artificialmente mais baixa.
redução da amplitude das ondas R nas derivações precordiais, sugerindo um bloqueio de ramo.