

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Na admissão hospitalar de um paciente adulto jovem para antibioticoterapia intravenosa contínua por 14 dias, a equipe de Enfermagem identificou múltiplas tentativas prévias de punção venosa realizadas em unidade de emergência.
O paciente apresenta equimoses extensas nos membros superiores, veias colabadas e queixa de dor nos locais anteriormente puncionados. Relata histórico de difícil acesso venoso. A prescrição médica indica antibiótico compatível com veia periférica. A instituição dispõe de ultrassom portátil para avaliação venosa e adota protocolo institucional de gestão do capital venoso, com enfoque em acesso seguro, duradouro e minimamente invasivo.
Nesse cenário, considerando as boas práticas em terapia intravenosa, os dados clínicos apresentados e os recursos disponíveis, assinale a opção que apresenta a conduta apropriada da Enfermagem.
Utilizar transiluminação para localizar veia e instalar cateter de grande calibre (CH 20 ou superior), mesmo em veias finas ou frágeis.
Inserir cateter periférico curto em veia visível da mão, com rodízio programado a cada 72 horas, para preservar o capital venoso.
Realizar nova punção em membro inferior utilizando garrote prolongado, devido ao esgotamento dos acessos nos membros superiores.
Realizar avaliação ultrassonográfica do capital venoso, aplicar escore de dificuldade (ex: A-DIVA) e indicar punção guiada ou cateter midline por equipe habilitada.
Slicitar, obrigatoriamente, um acesso venoso central à equipe médica, uma vez que a ausência de veias visíveis impede qualquer conduta por parte da Enfermagem.