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Durante a internação em unidade hospitalar, um paciente adulto com diagnóstico de doença infectocontagiosa solicita que nenhuma informação clínica seja compartilhada com familiares. No mesmo período, o setor de Serviço Social recebe pressão de parentes para acesso aos registros, alegando necessidade de “transparência familiar”. Diante desse cenário, em consonância com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem e com os princípios da bioética, qual conduta se mostra ética e legalmente adequada por parte do técnico de enfermagem?
Atender à solicitação dos familiares e fornecer informações clínicas resumidas, considerando o princípio da beneficência no cuidado.
Compartilhar dados exclusivamente com o setor de Serviço Social sem o consentimento do paciente, fundamentando-se na justiça distributiva.
Preservar a confidencialidade, assegurando a autonomia do paciente e o sigilo profissional, mesmo diante de pressões institucionais.
Repassar parte dos registros aos familiares mais próximos para apoio emocional, priorizando o princípio da não maleficência no atendimento.
Permitir o acesso aos registros hospitalares mediante autorização verbal de membros da equipe multiprofissional, sem manifestação do paciente.