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Sr. João, 72 anos, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exacerbada por infecções respiratórias recorrentes e tabagismo de longa data, é admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com quadro de piora súbita de dispneia, tosse produtiva e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, o paciente apresenta-se letárgico, taquipneico (frequência respiratória de 32 irpm), com uso de musculatura acessória da respiração, cianose de extremidades e ausculta pulmonar com estertores e roncos difusos. A saturação de oxigênio (SpO₂) em ar ambiente é de 85%. Os achados da gasometria arterial indicam acidose respiratória crônica agudizada. Considerando o quadro clínico, é CORRETO afirmar que a mais crucial intervenção para reverter o distúrbio é:
manter o paciente em repouso absoluto, elevando a cabeceira do leito para facilitar a expansão pulmonar e reduzir o consumo de oxigênio.
administrar bicarbonato de sódio intravenoso para corrigir o pH e normalizar a acidemia.
aumentar o fluxo de oxigênio através de máscara facial com reservatório para corrigir a hipoxemia e melhorar a saturação.
iniciar a Ventilação Não Invasiva (VNI) com pressão positiva, monitorando a PaCO₂ para guiar a terapia e otimizar a ventilação alveolar.
coletar uma nova amostra de gasometria em 30 minutos para reavaliar os parâmetros e confirmar o diagnóstico inicial antes de qualquer intervenção.