Questões de Concurso sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

 
 
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Um paciente de 76 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) avançada e tabagismo crônico, chega à unidade apresentando dispneia intensa, taquipneia, cianose periférica, uso de musculatura acessória e saturação periférica de oxigênio de 83% em ar ambiente. Considerando o manejo inicial da insuficiência respiratória aguda, assinale a alternativa CORRETA.


A

Deve-se aguardar estabilização espontânea antes da instituição de medidas respiratórias.


B

A oxigenioterapia deve ser iniciada conforme protocolo, com monitoramento contínuo da resposta clínica e dos parâmetros respiratórios.


C

Pacientes com DPOC não devem receber oxigênio em nenhuma circunstância devido ao risco de retenção de CO2.


D

Analgesia isolada representa medida prioritária diante do quadro clínico apresentado.

Paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) apresenta dispneia, uso de musculatura acessória e ansiedade. O enfermeiro identifica “Troca gasosa prejudicada”. Essa etapa corresponde a:


A

Planejamento de enfermagem.


B

Diagnóstico de enfermagem.


C

Avaliação de enfermagem.


D

Histórico de enfermagem.

Homem, 68 anos, tabagista (40 maços/ano), portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - GOLD 3. Procura a Unidade de Pronto Atendimento com queixa de dispneia progressiva há 48h, aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e batimento de asa de nariz. O exame, apresenta: FR: 28 irpm, SatO₂: 86% em ar ambiente e presença de sibilos difusos em ambos os tórax. Gasometria arterial:


• pH: 7,34

• PaCO₂: 55 mmHg

• HCO₃: 30 mEq/L

• PaO₂: 58 mmHg


A interpretação clínica do distúrbio gasométrico é:


A

Acidose respiratória aguda grave sem mecanismo compensatório metabólico.


B

Alcalose respiratória secundária à hiperventilação.


C

Acidose respiratória crônica parcialmente compensada com hipoxemia associada à exacerbação de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).


D

Acidose metabólica com retenção secundária de dióxido de carbono.

Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) podem necessitar de oxigenoterapia, porém o uso do oxigênio deve ser cuidadosamente monitorado para evitar complicações respiratórias.


A esse respeito, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.


( ) Em pacientes com DPOC, a oxigenoterapia deve ser administrada com controle, mantendo níveis adequados de oxigenação e evitando hiperóxia.

( ) O cateter nasal tipo óculos é frequentemente utilizado como dispositivo inicial em DPOC estável, permitindo ajuste gradual da fração inspirada de oxigênio, conforme resposta clínica.

( ) A administração de oxigênio em altas concentrações de forma indiscriminada em pacientes com DPOC pode reduzir o estímulo respiratório e contribuir para retenção de gás carbônico.


As afirmativas são, respectivamente,


A

V – F – F.


B

F – F – F.


C

V – V – V.


D

F – V – F.

Um paciente de 74 anos, tabagista de longa data e portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) avançada, procura atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) apos piora progressiva da dispneia nas últimas 24 horas. Durante acolhimento realizado pelo Enfermeiro, o paciente apresenta-se ansioso, taqulpneico, com uso evidente de musculatura acessória, fala entrecortada, cianose periférica e dificuldade para permanecer em decúbito. Os sinais vitais evidenciam: saturação periférica de O2: 85% em ar ambiente; frequência respiratória: 32 irpm; frequência cardÍaca: 118 bpr; e pressão arterial: 150x90 mmHg. A equipe reconhece sinais sugestivos de insuficiência respiratória aguda e necessidade de intervenção imediata para estabilização clínica e prevenção de deterioração respiratória. Diante desse quadro clínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial IVIAIS ADEQUADA para esse caso.


A

Manter o paciente em observação sem intervenção imediata, aguardando possível melhora espontânea do padrão respiratório antes de instituir medidas terapêuticas.


B

Liberar o paciente após orientações gerais sobre cessação do tabagismo e uso domiciliar das medicações previamente prescritas, evitando intervenções que possam alterar o estímulo respiratório.


C

Priorizar a administração isolada de analgesia e sedação leve para redução da ansiedade, postergando medidas respiratórias até avaliação medica definitiva.


D

Iniciar oxigenioterapia conforme protocolo institucional, monitorar continuamente saturação e resposta clínica, posicionar adequadamente o paciente e proceder avaliação rápida da gravidade com possível acionamento da rede de urgência/emergência.

Ao prestar assistência a um paciente portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) em crise de dispneia, o técnico de enfermagem deve atentar para o fluxo de oxigênio. A administração de altas concentrações de O2 (ex: > 4 L/min em cânula nasal) é perigosa para esses pacientes específicos porque pode causar:


A

atelectasia por absorção de nitrogênio.


B

alcalose respiratória por hiperventilação reflexa.


C

ressecamento excessivo da mucosa nasal e epistaxe.


D

edema agudo de pulmão por sobrecarga hídrica pulmonar.


E

depressão do centro respiratório (narcose por CO2) e parada respiratória.

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) caracterizase por limitação crônica ao fluxo aéreo. Na espirometria, o parâmetro que confirma o diagnóstico de obstrução das vias aéreas é a relação entre o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) e a capacidade vital forçada (CVF). O valor desta relação que indica obstrução é:


A

VEF1/CVF inferior a 0,70.


B

VEF1/CVF inferior a 0,80.


C

VEF1/CVF superior a 0,70.


D

VEF1/CVF superior a 0,80.


E

VEF1/CVF igual a 0,75.

Em uma Unidade de Pronto Atendimento vinculada à rede municipal, o Enfermeiro realiza atendimento inicial a um paciente de 59 anos com histórico de DPOC, tabagista ativo, que chega com dispneia intensa, uso de musculatura acessória, fala entrecortada, frequência respiratória de 32 irpm, saturação de 86% em ar ambiente e ansiedade importante. Durante a avaliação, o Enfermeiro executa coleta sistematizada de dados, identifica padrão respiratório ineficaz e troca gasosa prejudicada, iniciando intervenções imediatas conforme protocolo institucional e Processo de Enfermagem. Considerando a Resolução COFEN nº 358/2009 e os princípios da assistência em urgência, assinale a alternativa CORRETA.


A

A definição de intervenções imediatas em situações de urgência depende exclusivamente de prescrição médica, não sendo atribuição do Enfermeiro no Processo de Enfermagem.


B

O Processo de Enfermagem pode ser parcialmente suprimido em situações de urgência, sendo dispensada a etapa de diagnóstico de enfermagem.


C

O Enfermeiro pode estabelecer diagnósticos de enfermagem e implementar intervenções imediatas, desde que fundamentadas em protocolos e raciocínio clínico, mesmo em cenário de urgência.


D

A avaliação do paciente deve ser postergada até estabilização clínica, não sendo parte do Processo de Enfermagem em situações críticas.

Durante o turno da noite em uma enfermaria de clínica médica de um hospital municipal, um paciente idoso com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) apresenta súbita dispneia, cianose periférica e confusão mental. Considerando o plano de cuidados, é CORRETO afirmar que a conduta inicial mais adequada da equipe de enfermagem é:


A

Ofertar oxigênio com máscara de venturi, monitorar sinais vitais e comunicar imediatamente o médico.


B

Encaminhar o paciente ao centro cirúrgico para intubação eletiva.


C

Iniciar hidratação venosa, aplicar antitérmico e observar evolução por, pelo menos, 2 horas.


D

Posicionar o paciente em decúbito lateral direito e administrar broncodilatador por via oral.

Paciente com um quadro de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) que necessita de administração de oxigênio com concentração controlada e precisa. O dispositivo de oxigenoterapia mais indicado para esse caso é:


A

máscara de venturi


B

cateter nasal de baixo fluxo


C

máscara simples de oxigênio


D

máscara de oxigênio com reservatório (máscara de reinalação)

Leia o texto a seguir:


A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é evitável e tratável. Apresenta evolução lenta, que leva à obstrução do fluxo de ar e envolve as vias respiratórias e/ou parênquima pulmonar. Seu tratamento inclui, entre outros cuidados, a prescrição de medicamentos, o manejo das exacerbações e, quando indicado, a oxigenoterapia.


(Janice L. Hinkle et al., Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica)


Nesse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas e assinale a alternativa correta.


I. A toxicidade do oxigênio (O₂), caracterizada, entre outros sinais e sintomas, por desconforto subesternal, dispneia, paralisias e fadiga, pode ocorrer quando o paciente com DPOC é exposto a uma concentração de O₂ elevada, por um período superior a 2 horas.


PORQUE


II. Ocorre o excesso de produção de radicais livres de oxigênio, subprodutos do metabolismo celular, que mediam uma resposta inflamatória grave capaz de lesar seriamente a pleura parietal, resultando no aumento da produção do líquido pleural e, consequentemente, em derrame pleural.


A

As asserções I e II são proposições falsas.


B

As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não é uma justificativa da asserção I.


C

A asserção I é uma proposição falsa, e a proposição II é uma asserção verdadeira.


D

A asserção I é uma proposição verdadeira, e a proposição II é uma asserção falsa.


E

As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a asserção II é uma justificação correta da asserção I.

Homem de 72 anos, ex-fumante, (50 maços/ano), relata tosse crônica com expectoração e falta de ar progressiva há anos. Ao exame: tórax em tonel, sibilos difusos e SpO2 de 89% em repouso. Refere fadiga e perda de peso. Aos exames laboratoriais: Gasometria Arterial (em ar ambiente): pH: 7,38, PaCO2: 55 mmHg, PaO2: 52 mmHg, HCO3: 30 mmol/L. Com base nisso, qual o diagnóstico mais provável e a conduta de enfermagem prioritária?


A

Asma de Início Tardio: Administrar corticosteroides inalatórios.


B

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC): Iniciar oxigenoterapia para corrigir a hipoxemia.


C

Neoplasia Pulmonar: Investigar perda de peso com exames de imagem.


D

Fibrose Pulmonar Idiopática: Realizar intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva.

Sr. João, 72 anos, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exacerbada por infecções respiratórias recorrentes e tabagismo de longa data, é admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com quadro de piora súbita de dispneia, tosse produtiva e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, o paciente apresenta-se letárgico, taquipneico (frequência respiratória de 32 irpm), com uso de musculatura acessória da respiração, cianose de extremidades e ausculta pulmonar com estertores e roncos difusos. A saturação de oxigênio (SpO₂) em ar ambiente é de 85%. Os achados da gasometria arterial indicam acidose respiratória crônica agudizada. Considerando o quadro clínico, é CORRETO afirmar que a mais crucial intervenção para reverter o distúrbio é:


A

manter o paciente em repouso absoluto, elevando a cabeceira do leito para facilitar a expansão pulmonar e reduzir o consumo de oxigênio.


B

administrar bicarbonato de sódio intravenoso para corrigir o pH e normalizar a acidemia.


C

aumentar o fluxo de oxigênio através de máscara facial com reservatório para corrigir a hipoxemia e melhorar a saturação.


D

iniciar a Ventilação Não Invasiva (VNI) com pressão positiva, monitorando a PaCO₂ para guiar a terapia e otimizar a ventilação alveolar.


E

coletar uma nova amostra de gasometria em 30 minutos para reavaliar os parâmetros e confirmar o diagnóstico inicial antes de qualquer intervenção.

Durante o plantão em uma unidade de internação clínica, o técnico de enfermagem observa que um paciente com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) apresenta dispneia leve e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. O enfermeiro solicita o início da oxigenoterapia por cateter nasal. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde qual deve ser a conduta adequada do técnico em enfermagem.


A

Aplicar oxigênio a 5 L/min para normalizar a saturação rapidamente.


B

Utilizar máscara de Venturi com concentração de 60% de oxigênio.


C

Administrar oxigênio a 10 L/min para manter saturação acima de 98%.


D

Iniciar oxigênio a 1-2 L/min e monitorar a saturação continuamente.

Um paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave apresenta FR: 32 irpm; PaO₂: 50 mmHg; SpO₂: 85%; uso de musculatura acessória e sonolência progressiva; pH: 7,28; e pCO₂: 60 mmHg.


No caso, de acordo com as diretrizes para suporte ventilatório em DPOC e protocolos de urgência e emergência, a equipe de Enfermagem deve


A

posicionar o paciente em semifowler, iniciar ventilação não invasiva (VNI), conforme prescrição, e comunicar à equipe médica.


B

posicionar o paciente em prona, administrar broncodilatador inalatório e coletar gasometria de controle.


C

manter a hidratação venosa e repetir gasometria após duas horas, caso mantenha dessaturação.


D

manter o paciente em decúbito horizontal e suspender oxigênio para evitar hipercapnia.


E

aumentar o fluxo de oxigênio para 15 L/min com máscara de reservatório.

Na DPOC com hipoxemia persistente, a máscara de Venturi é frequentemente utilizada. Qual alternativa descreve corretamente suas características e requisitos de uso?


A

Fornece oxigênio em fluxo baixo com variação imprevisível, sem controle de fração inspirada calibrada.


B

Requer reservatório com válvula unidirecional e oferece altas frações por circuito fechado, dispensando ar ambiente.


C

Fornece cânula nasal de alto fluxo com mistura direta por compressor portátil, substituindo ventoinha.


D

Proporciona fração inspirada precisa por arraste de ar ambiente, utiliza bicos de cor padronizada e demanda fluxo compatível para manter a concentração indicada.

Um paciente com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), obesidade grau II, tabagismo crônico e uso prolongado de benzodiazepínicos será submetido a uma cirurgia abdominal de grande porte.


Sobre os riscos associados às comorbidades apresentadas e considerando a intervenção da equipe de Enfermagem no período pré-operatório para reduzir complicações respiratórias e infecciosas, assinale a afirmativa correta.


A

Cabe ao enfermeiro prescrever dieta hipocalórica para reduzir o peso corporal antes da cirurgia.


B

Cabe à equipe de Enfermagem indicar e prescrever antibióticos profiláticos por tempo prolongado antes da cirurgia.


C

Cabe ao enfermeiro avaliar o paciente quanto ao risco de deiscência cirúrgica e prescrever repouso absoluto no pré-operatório.


D

É indicado que o enfermeiro realize educação e treino com espirômetro de incentivo, oriente a higiene brônquica e o posicionamento adequado no leito.


E

É função do enfermeiro suspender, na prescrição médica, o uso de benzodiazepínicos antes da cirurgia, para evitar depressão respiratória.

Durante um plantão noturno em uma Unidade de Pronto Atendimento de classificação 24h, uma paciente com insuficiência respiratória aguda secundária à exacerbação de DPOC é admitida com saturação periférica de O₂ de 82%, rebaixamento do nível de consciência (GCS 10), uso de musculatura acessória e sinais de esforço ventilatório acentuado. O médico plantonista encontra-se em atendimento simultâneo a uma parada cardiorrespiratória em outra sala, e o acesso venoso periférico da paciente não foi ainda puncionado. O enfermeiro avançado, habilitado em suporte avançado de vida e integrante da equipe de resposta rápida, delibera quanto à conduta imediata. Considerando os limites da prática profissional, as diretrizes do Advanced Cardiovascular Life Support (ACLS), os dispositivos legais do COFEN, os critérios da Resolução nº 564/2017 (Código de Ética), e o debate sobre competência técnico-decisória em situaçõeslimite, qual deve ser a conduta mais eticamente defensável e juridicamente embasada?


A

Iniciar de forma imediata o procedimento de intubação orotraqueal, fundamentando-se no risco de deterioração clínica iminente, com base em preceitos de exceção previstos em protocolos de urgência e ética da responsabilidade profissional.


B

Realizar ventilação com bolsa-válvula-máscara (BVM), com oxigênio a 15 L/min, associada ao reposicionamento adequado das vias aéreas, acionando prontamente a equipe médica e mantendo conduta respaldada por protocolos de suporte avançado.


C

Administrar, sem prescrição médica formal, furosemida intravenosa em dose padrão de 20 mg, com base em hipótese diagnóstica de congestão pulmonar, priorizando conduta empírica diante da ausência de recursos imediatos.


D

Instalar ventilação não invasiva com pressão positiva em dois níveis (BiPAP), como medida de urgência assistencial, considerando a gravidade do quadro e os parâmetros clínicos que sinalizam risco de falência respiratória iminente.


E

Solicitar atendimento prioritário e imediato pelo médico responsável, abstendo-se de toda e qualquer intervenção técnica direta, em respeito à delimitação hierárquica das competências na equipe multiprofissional.

Um paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exacerbada é admitido na enfermaria. O médico prescreve oxigenoterapia para manter a saturação de oxigênio (SpO2) entre 88% e 92%. O técnico de enfermagem instala um cateter nasal tipo óculos. Considerando a fisiopatologia da DPOC e os riscos da oxigenoterapia.


Assim, analise as afirmativas a seguir.


I.A administração de oxigênio em altos fluxos (ex: > 4-5 Lmin por cateter nasal ou máscaras de alta concentração) em pacientes com retenção crônica de CO2 pode deprimir o centro respiratório, causando hipoventilação e narcose por dióxido de carbono.

II.Para este paciente, o fluxo de oxigênio no cateter nasal deve ser iniciado com baixas dosagens (1 a 2 L/min), titulando conforme a saturação alvo prescrita, para evitar a hiperoxigenação.

III.O umidificador de oxigênio é obrigatório para qualquer fluxo, mesmo que seja 1 L/min, pois o oxigênio medicinal é um gás seco e sua administração sem umidade causa necrose imediata da mucosa nasal em poucos minutos.

IV.Caso o paciente não atinja a saturação desejada com cateter nasal a 2 L/min, o técnico deve, por conta própria, trocar imediatamente para uma Máscara de Venturi a 50%, que é o dispositivo de escolha para fornecer altas concentrações com precisão.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:


A

III e IV.


B

I, II e III.


C

I e II.


D

II e IV.

No contexto de uma exacerbação aguda de DPOC, qual parâmetro indica a necessidade de intubação orotraqueal?


A

Hiperventilação com PaO₂ > 80 mmHg.


B

Saturação de oxigênio (SpO₂) entre 88 e 92%.


C

Instabilidade hemodinâmica e FR > 35 rpm.


D

Hipoxemia moderada corrigida com oxigênio suplementar.

 
 
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