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A DPOC é uma condição reversível associada à dispnéia, ao esforço e ao fluxo aéreo reduzido para dentro e para fora dos pulmões.
Doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC) constituem um grupo de doenças que acarretam limitação crônica do fluxo aéreo. Fazem parte desse grupo bronquite crônica, asma brônquica, pneumonia e enfisema pulmonar.
Na administração do oxigênio, o enfermeiro deve estar atento para a concentração prescrita — 2 litros por minuto — uma vez que, pacientes com DPOC retêm cronicamente CO2 e a administração excessiva do oxigênio pode resultar em uma hipercapnia progressiva com acidose, causada pela redução do estímulo hipóxico para respirar.
Os exercícios respiratórios, como a respiração com lábios semi-fechados e inspirações máximas sustentadas, são medidas que não devem ser instituídas junto ao paciente descrito, por se tratar de um indivíduo com DPOC.
O objetivo principal do tratamento da DPOC é diminuir a quantidade e viscosidade do escarro, para melhorar a ventilação pulmonar e a troca gasosa.
O único critério que deve ser usado para a instituição da ventilação mecânica nos pacientes com DPOC é a avaliação dos gases arteriais.
A bronquite, o enfisema e a asma são doenças que compõem o DPOC, distúrbio lento e progressivo, cujos sintomas diminuem com o aumento da idade.
O oxigênio pode ser armazenado em cilindros de aço ou canalizado. Na maioria das instituições de saúde, o oxigênio é canalizado, devendo ser manuseado com cautela e ficar livre de fontes que favoreçam a combustão, tais como cigarros.
O diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado, conforme constatado no exame, é um sinal clínico característico de indivíduos com DPOC.
Em casos de DPOC, deve-se estimular uma elevada ingestão hídrica para liquefazer as secreções. A drenagem postural com percussão e vibração ajuda a mobilizar as secreções para expectoração.
Considerando as queixas do paciente, o auxiliar de enfermagem pode aumentar, para até 5 L/m, o fluxo de oxigênio, em alguns períodos, a fim de melhorar o processo de ventilação do paciente.
Certo
Errado
Para a avaliação da dinâmica respiratória, é necessária a ausculta pulmonar.
O enfisema pulmonar é definido como a destruição dos septos alveolares, cuja principal causa é o tabagismo. Quando o paciente manifesta os sintomas dessa doença, a função pulmonar já está sensivelmente comprometida.
Entre as complicações que poderão decorrer da DPOC, pode-se citar as infecções respiratórias, as arritmias, a embolia pulmonar e o pneumotórax.
No plano de cuidados do enfermeiro para o caso apresentado, devem constar intervenções que garantam a promoção da capacidade de lidar com a situação, incluindo medidas de encorajamento, distração e alívio do estresse.
Sobre as ações do Auxiliar de Enfermagem em caso de DPOC, correlacione as colunas: