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Durante o atendimento em uma unidade cardiológica, um paciente de 60 anos, hipertenso e diabético, apresenta dor torácica em aperto irradiando para o braço esquerdo, sudorese fria, palidez e pressão arterial de 90/60 mmHg. O ECG evidencia alterações compatíveis com isquemia miocárdica aguda. Na avaliação de enfermagem, observa-se ansiedade, taquicardia e extremidades frias. Qual diagnóstico de enfermagem é o mais apropriado para o quadro clínico descrito, e qual deve ser a prioridade na assistência multiprofissional?
Perfusão tissular ineficaz (cardíaca) relacionada à redução do fluxo sanguíneo coronariano, evidenciada por dor torácica e hipotensão – priorizar medidas para restaurar a oxigenação e o débito cardíaco.
Padrão respiratório ineficaz relacionado à dor torácica, evidenciado por dispneia e taquipneia – priorizar ventilação com pressão positiva.
Ansiedade relacionada à percepção de ameaça à vida, evidenciada por inquietação e sudorese – priorizar suporte emocional e ambiente calmo.
Risco de integridade da pele prejudicada relacionado à imobilidade – priorizar mudança de decúbito a cada duas horas.
Déficit de conhecimento relacionado à falta de informação sobre o tratamento – priorizar orientação sobre medicações após estabilização clínica.