

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o relato de caso (hipotético) a seguir para responder às questões de 24 a 27:
Em uma unidade básica de saúde (UBS), durante a consulta de enfermagem, o enfermeiro está realizando o primeiro contato com D.D. 74 anos, sexo masculino, que se mudou recentemente para a casa da filha após ter ficado viúvo. Nesse encontro, o idoso relatou ser diabético há 20 anos e hipertenso há 15 anos, que vinha cuidando da alimentação e fazendo o tratamento com medicamentos por via oral para o controle das doenças, mas desde a última consulta com o médico da família da UBS da área onde morava, passou a fazer uso de insulina, aplicada com a caneta recarregável, e tinha dúvidas de como usá-la e conservá-la corretamente. No decorrer do atendimento, a filha do idoso mostrou-se preocupada porque estava observando que seu pai não se alimentava bem, vinha perdendo peso, estava “esquecido” e, às vezes, um pouco confuso. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro obteve: peso: 65.000 g; altura: 170 cm; circunferência abdominal: 88 cm; circunferência da panturrilha: 34 cm; pulso: 72 batimentos por minuto; respiração: 20 respirações por minuto; pressão arterial: 134 X 88 mm Hg, com D.D. na posição sentado; pressão arterial: 112 x 76 mmHg, 3 minutos após a 1a aferição, com D.D. em pé; glicemia capilar (duas horas após alimentação): 170 mg/dL.
Dando prosseguimento à consulta, entre outras ações, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal do idoso, aplicou o teste IVCF-20, analisou os dados obtidos, estabeleceu metas e realizou as orientações pertinentes.
Ao analisar os valores obtidos na aferição da pressão arterial do usuário, o enfermeiro deve considerar que
D.D. apresentou um episódio de hipotensão ortostática e orientar o idoso sobre a importância de levantar- -se lentamente, sentar-se na beira da cama antes de ficar em pé e realizar exercícios regulares e de intensidade moderada.
os valores obtidos configuram um caso de hipertensão do avental branco e iniciar o protocolo de monitorização residencial da pressão arterial (MRPA), orientando D.D. e a acompanhante sobre como fazê-lo.
os valores obtidos configuram um caso de hipertensão mascarada e verificar a disponibilidade do equipamento utilizado para realizar a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA), agendando a data para realizar o procedimento.
a diferença dos valores obtidos na primeira e segunda aferição é normal e não demandam cuidados especiais, devendo ser mantidas as consultas de rotina para acompanhamento.