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E.E, 30 anos, sexo masculino, foi admitido na unidade de clínica cirúrgica após ter sido submetido a apendicectomia de emergência. Ao realizar a avaliação do paciente, 30 horas após a cirurgia, o enfermeiro solicitou a presença do médico, pois constatou que o paciente apresentava sinais e sintomas compatíveis com um quadro de íleo paralítico. Entre outras condições, esses sinais e sintomas compreendem
hipertermia, taquicardia, icterícia e, ao exame físico do abdome, a ausculta de ruídos hidroaéreos diminuídos no quadrante inferior esquerdo.
dor abdominal em cólica, vômito fecalóide, distensão abdominal e, ao exame físico do abdome, a presença de borborigmo.
hipotensão, redução acentuada de drenagem pela sonda nasogástrica e eliminação intensa de flatos e, ao exame físico do abdome, a ausculta de ruídos hidroaéreos aumentados em todos os quadrantes.
distensão abdominal, ausência de eliminação de flatos, náuseas e vômitos e, ao exame físico do abdome, a ausculta de ruídos hidroaéreos raros ou ausentes em todos os quadrantes.