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Na avaliação da criança com disfunção hidroeletrolítica, é importante avaliar três pontos: a história de saúde da criança, o exame físico e os testes laboratoriais que validam os achados. O exame físico busca dados relacionados ao déficit ou excesso de volume de líquidos corporais e alterações eletrolíticas. Em relação aos parâmetros a serem examinados na avaliação da criança com disfunção hidroeletrolítica, assinalar a alternativa CORRETA.
Inicialmente, a criança com déficit de volume tende à queda da temperatura corporal.
Alterações da frequência respiratória e da expansibilidade pulmonar são encontradas nos distúrbios acidobásicos e nos distúrbios hidroeletrolíticos.
A bradicardia está presente no início da desidratação, e a contínua perda de líquidos torna o pulso lento e fraco.
O turgor da pele nunca diminui na criança com déficit de volume.