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As diretrizes da Organização Mundial da Saúde, especialmente no mhGAP, enfatizam que o manejo clínico do risco suicida deve ocorrer de modo estruturado, multidimensional e contínuo. Inclui avaliação formal da ideação, do plano e dos meios disponíveis, identificação de fatores de risco e proteção, construção de plano de segurança, restrição de acesso a métodos letais, articulação da rede de apoio social e familiar e organização de seguimento programado em níveis progressivos de cuidado. Nesse sentido, qual proposição traduz com maior rigor esse núcleo de intervenção?
Oferece contrato de não suicídio, valoriza práticas espirituais, reduz vigilância profissional sistemática, mantém rotina habitual, posterga seguimento contínuo e delega monitoramento integral à família.
Baseia-se em aconselhamento breve centrado na fé, evita discutir meios concretos, prioriza retorno espontâneo tardio, reserva encaminhamento psiquiátrico formal apenas sob pedido expresso da família.
Concentra atenção nos sintomas somáticos, posterga avaliação psicológica formal, recomenda distrações genéricas imediatas, libera paciente sem plano escrito, evita seguimento programado e reduz rede de apoio.
Utiliza apenas escala de risco numérica, transfere condução terapêutica à família, adia medidas protetivas iniciais, indica busca hospitalar tardia somente em casos agudos graves ou potencialmente fatais.
Conduz avaliação estruturada detalhada, explora ideação, plano e meios, identifica fatores protetores, elabora plano de segurança, restringe acessos, aciona rede de apoio e organiza seguimento programado.