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As lesões por pressão representam importante marcador de qualidade assistencial, associadas a elevada carga de morbidade, custos e prolongamento da internação hospitalar. Diretrizes internacionais (EPUAP/NPIAP/PPPIA) e notas técnicas da ANVISA reforçam a necessidade de abordagem multimodal, que envolve estratificação do risco, reposicionamento em intervalos regulares, uso de superfícies de suporte, manejo da umidade, proteção dos calcâneos, otimização nutricional e manutenção da perfusão tecidual. Tais documentos desaconselham práticas historicamente difundidas, como massagem em proeminências ósseas ou uso de almofadas em anel, por risco de agravo. Considerando essas recomendações normativas, qual proposição expressa de modo mais preciso o núcleo preventivo?
Defende reposicionamento restrito a pacientes de risco extremo, prioriza uso isolado de óleos e ácidos graxos essenciais, substitui superfícies de suporte por colchões convencionais e desestimula avaliação cutânea diária.
Reforça reposicionamento programado, uso de superfícies de suporte, manejo adequado da umidade, proteção de calcâneos, nutrição adequada, redução do atrito/cisalhamento e otimização da perfusão sistêmica como pilares da prevenção.
Recomenda cabeceira elevada a noventa graus contínua para perfusão sacral, manutenção de decúbito prolongado, dispensando mudanças posturais regulares e protocolos multiprofissionais de prevenção.
Propõe uso de curativos profiláticos adesivos como estratégia única, permitindo cargas prolongadas em proeminências ósseas, sem integração com protocolos de avaliação de risco e nutrição adequada.
Sugere aplicação de massagem vigorosa em proeminências, uso de almofadas em anel, talas rígidas preventivas e hidratação excessiva como principais estratégias de redução de risco em pacientes acamados.