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Os referenciais normativos do HumanizaSUS e da Política Nacional de Humanização (PNH), ao se articularem com os princípios constitucionais do SUS, estruturam dispositivos como acolhimento com classificação de risco, clínica ampliada, cogestão, apoio matricial e Projeto Terapêutico Singular (PTS). Esses arranjos visam superar práticas fragmentadas, promover corresponsabilização entre trabalhadores e usuários, valorizar a escuta qualificada e a ambiência, além de assegurar vínculo e autonomia nos processos de cuidado e de gestão. Considerando tais diretrizes, qual proposição expressa com maior rigor a lógica organizativa e clínica que fundamenta a PNH?
Define a humanização como expressão empática desvinculada de protocolos, metas e avaliações contínuas, priorizando vínculos afetivos espontâneos em detrimento da cogestão estruturada.
Reduz a humanização a contratos formais e boletins informativos, dispensando análise multiprofissional, corresponsabilização ampliada e participação efetiva dos usuários nos processos assistenciais.
Centraliza a comunicação nos profissionais de referência, restringindo transparência, limitando a participação familiar e subordinando a escuta qualificada a metas produtivistas institucionais.
Restringe o consentimento informado a mera formalidade documental, sem discussão ampliada, materiais educativos acessíveis, registro contínuo ou integração participativa entre sujeitos envolvidos.
Estrutura o cuidado pelo acolhimento com classificação de risco, clínica ampliada, cogestão, apoio matricial e PTS, articulando autonomia, vínculo, corresponsabilização e escuta qualificada no SUS.