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A Surviving Sepsis Campaign (Evans et al., 2021) recomenda um “pacote” inicial com metas temporais, integrando avaliação clínica, biomarcadores e intervenções precoces coordenadas, com ênfase em culturas antes de antimicrobianos, antibioticoterapia de amplo espectro, reposição volêmica com cristaloides balanceados, mensuração/reavaliação do lactato e titulação de vasopressores para PAM ≥ 65 mmHg, além de busca ativa da fonte e reavaliação hemodinâmica dinâmica. À luz dessas diretrizes, qual sequência operacional está mais alinhada ao manejo recomendado no primeiro contato?
Coletar culturas após antibiótico; priorizar albumina intravenosa de rotina; restringir fluidos; evitar vasopressores precoces; interpretar lactato isoladamente, desvinculado da reavaliação hemodinâmica dinâmica.
Aguardar exames completos laboratoriais; administrar antibiótico após imagem; evitar fluidos iniciais; iniciar vasopressor apenas depois; medir lactato tardiamente, sem metas temporais estabelecidas.
Obter hemoculturas antes do antibiótico; iniciar antimicrobiano amplo; medir lactato; ressuscitar cristaloides balanceados; titular vasopressores para PAM 65; reavaliar perfusão e fonte.
Focar heparinização precoce; solicitar tipagem sanguínea; adiar imagem; retardar antibiótico; iniciar antibiótico após normalizar pressão; considerar lactato desnecessário durante ressuscitação guiada clinicamente.
Instituir antimicrobianos sem culturas; administrar glicose; evitar monitorização pressórica contínua; dispensar metas; iniciar fluidos hipotônicos; reavaliar esporadicamente quadro hemodinâmico sem índice direcionador.