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Para gestantes de alto risco para pré-eclâmpsia, a ACOG e a USPSTF recomendam aspirina em baixa dose iniciada entre 12 e 28 semanas (preferencialmente até 16) e tomada à noite; a OMS recomenda suplementação de cálcio (1,0–1,5 g/d de cálcio elementar, fracionado) quando a ingestão dietética é baixa. O seguimento inclui monitorização pressórica, avaliação de proteinúria, educação em sinais de alarme e adesão. Qual plano está mais alinhado a essas diretrizes?
Dieta hipossódica e diurético tiazídico preventivo; suspender pré-natal; internar apenas diante de pressões em níveis graves sustentados.
Suspender aspirina em toda gestação; oferecer apenas ômega-3; restringir cálcio; iniciar anti-hipertensivo preventivo universal e reduzir consultas.
Aspirina apenas no terceiro trimestre; evitar cálcio; prescrever repouso absoluto e doppler semanal, sem monitorização domiciliar da PA.
Heparina para todas as gestantes de alto risco sem trombofilia, evitando aspirina; antecipar parto eletivo às 36 semanas.
Aspirina 81–150 mg noturna a partir de 12 semanas; suplementar cálcio se ingestão inadequada; monitorar PA e proteinúria; reforçar adesão e sinais de alarme.