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As práticas contemporâneas em protocolos de transfusão maciça (MTP) enfatizam razão hemácias:plasma:plaquetas próxima de 1:1:1, administração precoce de ácido tranexâmico (TXA), aquecimento de hemoderivados, correção de cálcio sérico e monitorização laboratorial ou viscoelástica, respaldadas pelo CRASH-2. Considerando esses fundamentos, qual proposição reflete de maneira mais acurada esse manejo?
Estrutura transfusão com predominância de hemácias, posterga plasma e plaquetas, exclui TXA da rotina, não monitora cálcio, adota aquecimento irregular e adia controle laboratorial de coagulopatia.
Conduz a reposição com razão 1:1:1, inicia TXA de modo precoce, mantém aquecimento contínuo, repõe cálcio durante o protocolo, integra avaliação laboratorial e coordena equipe interdisciplinar em tempo real.
Define conduta baseada em cristaloides como terapia exclusiva, restringe hemoderivados precoces, contraindica TXA amplamente, solicita tromboelastografia tardia e transfunde sem padronização de aquecimento.
Executa protocolo com plasma isolado guiado por INR, posterga plaquetas mesmo em sangramento ativo, evita correção de cálcio, negligencia aquecimento sistemático e desarticula comunicação com banco de sangue.
Sustenta transfusão interrompida após poucos concentrados, aceita hipotermia controlada, posterga TXA, evita uso de fibrinogênio, limita plaquetas e aplica metas pressóricas inconsistentes no tratamento.