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O manejo da cetoacidose diabética (CAD), segundo ADA e Endocrine Society, requer reposição hídrica inicial com solução isotônica, correção de potássio antes da insulina quando <3,3 mEq/L, infusão intravenosa de insulina regular, adição de dextrose quando glicemia atingir cerca de 200 mg/dL, monitorização contínua do anion gap e prevenção de hipocalemia. Qual proposição representa adequadamente esse protocolo terapêutico?
Estrutura conduta com soro isotônico inicial, reposição de potássio quando <3,3 antes da insulina, infusão intravenosa regular, dextrose ao atingir 200, monitorização do anion gap e prevenção de hipocalemia.
Inicia insulina sem avaliar potássio, emprega solução hipotônica precoce, evita dextrose na fase de queda glicêmica, corrige acidose com bicarbonato rotineiro e desconsidera anion gap como parâmetro.
Conduz manejo com insulina subcutânea, retarda hidratação inicial, omite monitorização de potássio, evita dextrose ao atingir 200 e fixa meta de normoglicemia imediata como objetivo central.
Aplica potássio mesmo em níveis elevados, mantém insulina diante de hipocalemia, negligencia cetonemia, evita acompanhamento de osmolaridade, acelera correção glicêmica e ignora risco de edema cerebral.
Estabelece dose fixa em pediatria, interrompe insulina precocemente, não reintroduz dextrose, mantém jejum prolongado, adia investigação de foco infeccioso e posterga antibiótico quando indicado.