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As diretrizes PADIS (Pain, Agitation/Sedation, Delirium, Immobility and Sleep Disruption) e a campanha ICU Liberation (ABCDEF bundle) reforçam que a assistência intensiva deve integrar avaliação sistemática da dor, sedação leve preferencial com agentes não benzodiazepínicos, triagem estruturada de delirium (CAM-ICU, ICDSC), mobilização precoce segura, promoção do sono fisiológico e envolvimento da família como coautora do cuidado, incluindo coordenação entre SAT (spontaneous awakening trials) e SBT (spontaneous breathing trials). Considerando esse arcabouço, qual plano de manejo se alinha mais precisamente às recomendações contemporâneas?
Combina mobilização precoce com visitas ampliadas, mas mantém sedação contínua com midazolam, avalia dor apenas intermitentemente e utiliza antipsicóticos como prevenção de rotina.
Conduz sedação profunda com benzodiazepínicos contínuos, usa antipsicóticos profiláticos, restringe mobilização precoce, reduz visitas familiares e posterga avaliação estruturada de dor.
Prioriza promoção farmacológica do sono com hipnóticos potentes, mantém haloperidol profilático, adia SAT/SBT, aceita imobilidade prolongada e negligencia delirium hipoativo silencioso.
Estrutura protocolos de analgesia guiada por dor, sedação leve com propofol ou dexmedetomidina, vigilância estruturada de delirium, mobilização precoce, promoção do sono fisiológico e coordenação SAT/SBT.
Sustenta protocolos de reorientação cognitiva isolada, inclui calendários à beira-leito, emprega opioides como sedativos principais, aceita participação familiar, mas omite triagem estruturada de delirium.