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As recomendações internacionais para a Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) prescrevem ventilação protetora com volume corrente 4–8 mL/kg de peso predito, pressão de platô ≤ 30 cmH₂O, pronação prolongada em hipoxemia grave, manejo fluídico conservador e contraindicação de manobras sustentadas de recrutamento em alta pressão. Qual proposição traduz esse manejo com maior precisão?
Calcula volume pelo peso real, dispensa titulação de PEEP, evita pronação mesmo em hipoxemia, posterga restrição hídrica e prioriza ECMO precoce de forma indiscriminada.
Aplica volumes de 10–12 mL/kg, aceita platô até 40 cmH₂O, realiza pronação breve intermitente, liberaliza fluidos e emprega manobras prolongadas de recrutamento com alta pressão.
Ventila com 4–8 mL/kg PBW, mantém platô ≤ 30 cmH₂O, utiliza pronação prolongada em hipoxemia grave, adota estratégia fluídica conservadora e evita manobras agressivas de recrutamento alveolar.
Mantém ventilação sem limites rígidos, utiliza bloqueador neuromuscular sem ventilação protetora, posterga pronação prolongada, realiza balanço hídrico liberal e admite pressão de platô acima de 35 cmH₂O.
Define PEEP mínima para evitar barotrauma, prioriza ventilação espontânea superficial, posterga bloqueio neuromuscular em refratários, dispensa parâmetros pressóricos e restringe avaliação à saturação periférica.