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O manejo da hiperglicemia em UTI, segundo ADA e sociedades críticas, recomenda iniciar insulina quando glicemia ≥ 180 mg/dL persistente, manter alvo 140–180 mg/dL com infusão intravenosa, instituir protocolo de hipoglicemia, solicitar hemoglobina glicada admissional, evitar escala corretiva isolada e planejar transição basal–bolus após alta da UTI. Qual proposição expressa mais adequadamente esse protocolo?
Corrige apenas quando > 250, espaça monitorização glicêmica, suspende nutrição enteral por hiperglicemia, descontinua insulina ao “melhorar” e evita checagens durante o período noturno.
Define meta universal 80–110, prioriza insulina subcutânea em UTI, admite escala corretiva isolada, omite hemoglobina glicada admissional e restringe dieta como método de controle principal.
Utiliza antidiabéticos orais em UTI, sustenta jejum como estratégia, suspende insulina basal prévia, corrige apenas de forma reativa e dispensa protocolos de infusão contínua.
Mantém alvos < 110, inicia insulina intermitente, posterga protocolo de hipoglicemia, ignora A1C admissional, evita transição basal–bolus e restringe infusão intravenosa de forma sistemática.
Inicia insulina em glicemia ≥ 180 persistente, mantém alvo 140–180 em UTI, administra infusão intravenosa, utiliza protocolo de hipoglicemia, solicita A1C admissional e planeja transição basal–bolus estruturada.