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Durante a avaliação clínica de um paciente com possível descompensação glicêmica, o técnico de enfermagem deve reconhecer os sinais clássicos associados à hiperglicemia, conforme descrito no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Diabetes Mellitus Tipo 2 do Ministério da Saúde. Diante do exposto, a alternativa que apresenta CORRETAMENTE conjunto de manifestações tipicamente relacionadas à hiperglicemia é:
Polifagia, retinopatia e catarata.
Prurido vulvar, balanopostite e noctúria.
Infecções de repetição e neuropatia.
Poliúria, polidipsia e perda ponderal.
Um paciente diabético tipo 2, com histórico de hipertensão arterial, foi admitido na unidade de emergência apresentando glicemia capilar de 410 mg/dL e pressão arterial de 180/100 mmHg. Durante a avaliação, ele relata episódios recentes de poliúria, polidipsia e perda de peso inexplicada. Marque a conduta prioritária do enfermeiro neste caso:
orientar o paciente sobre a importância da dieta hipoglicídica e prescrever plano alimentar
prescrever anti-hipertensivos e aguardar melhora clínica
iniciar hidratação venosa vigorosa e solicitar exames laboratoriais complementares
administrar glicose intravenosa para prevenir hipoglicemia
O manejo da hiperglicemia em UTI, segundo ADA e sociedades críticas, recomenda iniciar insulina quando glicemia ≥ 180 mg/dL persistente, manter alvo 140–180 mg/dL com infusão intravenosa, instituir protocolo de hipoglicemia, solicitar hemoglobina glicada admissional, evitar escala corretiva isolada e planejar transição basal–bolus após alta da UTI. Qual proposição expressa mais adequadamente esse protocolo?
Corrige apenas quando > 250, espaça monitorização glicêmica, suspende nutrição enteral por hiperglicemia, descontinua insulina ao “melhorar” e evita checagens durante o período noturno.
Define meta universal 80–110, prioriza insulina subcutânea em UTI, admite escala corretiva isolada, omite hemoglobina glicada admissional e restringe dieta como método de controle principal.
Utiliza antidiabéticos orais em UTI, sustenta jejum como estratégia, suspende insulina basal prévia, corrige apenas de forma reativa e dispensa protocolos de infusão contínua.
Mantém alvos < 110, inicia insulina intermitente, posterga protocolo de hipoglicemia, ignora A1C admissional, evita transição basal–bolus e restringe infusão intravenosa de forma sistemática.
Inicia insulina em glicemia ≥ 180 persistente, mantém alvo 140–180 em UTI, administra infusão intravenosa, utiliza protocolo de hipoglicemia, solicita A1C admissional e planeja transição basal–bolus estruturada.
A hiperglicemia é caracterizada por níveis elevados e sustentados de glicose no sangue, geralmente acima de 125 mg/dL em jejum ou de 200 mg/dL ao acaso. Entre os sinais mais frequentes estão polidipsia, poliúria, visão turva, fraqueza, sonolência e perda de peso. O técnico de enfermagem é responsável por monitorar a glicemia capilar, observar os sinais clínicos e garantir o manejo correto e seguro do paciente.
Caso: Durante atendimento ambulatorial, um técnico de enfermagem identifica um paciente com glicemia capilar de 280 mg/dL que relata “sede intensa, tontura e aumento da frequência em urinar”. Com base nesses dados, avalie as afirmativas a seguir:
I- A hiperglicemia pode causar aumento de diurese e sede, sendo importante que o paciente permaneça hidratado.
II- O técnico de enfermagem deve relatar os achados à equipe e não medicar o paciente sem prescrição.
III- A tontura pode estar relacionada ao desequilíbrio eletrolítico causado pela hiperglicemia.
IV- A administração imediata de insulina é uma conduta segura e pode ser realizada sem prescrição.
V- A hiperglicemia é considerada leve se estiver abaixo de 300 mg/dL, não sendo necessário relatar ao enfermeiro.
Estão CORRETAS as afirmativas
I, II e III, apenas.
I e V, apenas.
II, IV e V, apenas.
III e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.
Descreva as principais intervenções de enfermagem para o manejo da hiperglicemia em pacientes internados:
Monitoramento rigoroso da glicemia, administração de insulina de acordo com a prescrição médica e orientação sobre dieta.
Hidratação intravenosa com soro glicosado, administração de diuréticos e monitoramento do débito urinário.
Controle da ingestão hídrica, suplementação de eletrólitos e administração de medicamentos antieméticos.
Administração de oxigênio, monitoramento dos sinais vitais e realização de exames laboratoriais.


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Em jejum, a taxa de glicemia normal é aquela considerada entre 70 e 100mg/dL. Na aferição pós-prandial, espera-se uma glicemia:
Menor que 140ml/dL.
Maior que 150ml/dL.
Exatamente 180ml/dL.
Menor que 50ml/dL.
A hiperglicemia na gestação aumenta o risco de morbidade materna e perinatal com repercussões em médio e longo prazo, tanto para a gestante como para o feto. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
As insulinas Asparte e Lispro não são liberadas para uso na gestação, pois tem potenciais desvantagens sobre a insulina regular nos casos de hipoglicemia persistente, de difícil controle.
No DMG, a alteração mais comum é o crescimento excessivo, feto grande para a idade gestacional (GIG), definido por peso ao nascer ≥P50, como o macrossômico, com peso ao nascer acima de 3.500 g.
É considerado DMDG, glicemia de jejum ≥115 mg/Dl e DMG, glicemia de jejum entre 95 mg/dL e 115 mg/dL.
Há dois tipos de hiperglicemia que podem ser identificadas na gestação, o Diabete Melito Diagnosticado na Gestação (DMDG) e o Diabete Melito Gestacional (DMG); o nível de hiperglicemia diferencia esses dois tipos.
Nos casos de DMG bem controlado com tratamento não farmacológico, o parto deve ser induzido a partir da 37ª semana de gestação.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, os sinais e sintomas de diabetes podem ser classificados como típicos e sugestivos.
Entre os sinais sugestivos de hiperglicemia está a
polifagia.
polidipsia.
noctúria.
desidratação.
perda de peso.
Pacientes com sintomas clássicos de hiperglicemia, tais como poliúria, polidipsia e polifagia devem ser submetidos à dosagem de glicemia ao acaso e independente do jejum. Com base nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, assinale a opção que corresponde ao valor de uma glicemia aleatória para diagnosticar diabetes:
Maior ou igual a 80 mg/dL.
Maior ou igual a 110 mg/dL.
Maior ou igual a 120 mg/dL.
Maior ou igual a 200 mg/dL.
Maior ou igual a 150 mg/dL.
Conforme os Protocolos de Suporte Avançado de Vida do SAMU do Ministério da Saúde, no atendimento pré-hospitalar ao paciente com hiperglicemia, analise as afirmativas e marque a alternativa correta:
I. O estado hiperosmolar hiperglicêmico é classificado quando a glicemia capilar >600 mg/dl, podendo o paciente apresentar sintomas e sinais como confusão, desidratação severa e coma.
II. A cetoacidose diabética é classificada quando a glicemia capilar > 100 mg/dL podendo apresentar sintomas como fadiga, náuseas, hálito cetônico.
III. A primeira conduta do técnico de enfermagem ao paciente com quadro de hiperglicemia deverá ser instalar acesso venoso periférico para uma estabilização hemodinâmica.
IV. A avaliação secundária ao paciente deverá ser com ênfase na coleta da história, avaliar glicemia capilar, monitorizar ritmo cardíaco, oximetria de pulso e sinais vitais.
V. Na abordagem medicamentosa no quadro de hiperglicemia a primeira medicação de escolha a ser administrada é Tiamina 100 mg IM.
Somente I e IV estão corretas.
Somente II e III estão corretas.
Somente I e III estão corretas.
Somente II e V estão corretas.
Todas as assertivas estão corretas.


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Em uma Unidade de Saúde da Família, após realizar a glicemia capilar de um usuário adulto, o técnico de enfermagem realizou a seguinte anotação no prontuário:
04.06.24
Glicemia capilar = 170 mg/dL. Sangue obtido por punção em região lateral da polpa digital do dedo médio da mão esquerda, que apresentava pele íntegra. Paciente relatou leve desconforto no momento da perfuração. Pequeno sangramento no local cessou rapidamente após breve compressão da área. Paciente orientado e encaminhado para consulta.
Maria da Silva. COREN-SP XXXX – TE
Considere as recomendações do COFEN para a realização dos registros de enfermagem no prontuário do paciente relacionados à realização da glicemia capilar, analise a anotação apresentada e assinale a alternativa correta.
A anotação realizada pelo técnico de enfermagem está completa e correta.
Foram anotados dados desnecessários uma vez que apenas a data e o resultado obtido devem ser registrados no prontuário do paciente, uma vez que, em seguida, ele seria atendido em consulta.
Além das informações registradas, a anotação de enfermagem deve conter o horário em que a punção foi realizada, se o paciente estava em jejum ou há quanto tempo havia se alimentado e quais orientações foram dadas.
Para que a anotação ficasse completa e correta, faltou apenas o registro do horário em que o procedimento foi realizado.
Os registros do desconforto relatado pelo paciente, do sangramento observado após a perfuração e da medida de controle realizada são desnecessários, pois se trata de condições normalmente observadas durante e após a realização do procedimento.
A hiperglicemia materna é uma das condições mais comuns na gravidez. No Brasil, estima-se que 18% das mulheres grávidas, assistidas no Sistema Único de Saúde, atinjam os critérios diagnósticos atuais de diabetes mellitus gestacional, fato que aumenta o risco de morbidade materna e perinatal, com repercussões em médio e longo prazo, tanto para a mãe como para o seu filho. As alternativas a seguir apresentam repercussões sistêmicas do diabetes mellitus durante o período gestacional, EXCETO:
Pré-eclâmpsia
Hipertensão gestacional
Hidrâmnio
Tromboembolismo
Infecção do trato urinário
O teste de glicemia capilar é um procedimento recorrente nos serviços de saúde.
Sobre esse teste, é correto afirmar:
O teste deve ser realizado na lateral do dedo dos membros superiores posicionando as mãos abaixo do nível do coração.
O teste de glicemia capilar exige jejum, por isso é realizado preferencialmente pela manhã.
O usuário poderá estar desenvolvendo hipertensão arterial, caso o teste se apresente alterado.
O teste de glicemia capilar só é possível de ser realizado em hospitais.
Para a verificação da glicemia capilar de uma vítima de acidente, o técnico de enfermagem deve considerar a técnica correta para sua realização, que compreende, entre outras ações,
escolher o sítio para punção; dar preferência à lateral da extremidade das polpas digitais, produzindo menor dor.
limpar a área com algodão embebido em água ou soro fisiológico; o uso de álcool 70% altera o resultado da aferição.
realizar a punção e pressionar até obter uma gota robusta de sangue; após isso, ligar o aparelho e colocar a fita.
comunicar o resultado à equipe, mostrando o registro na ficha, e ao paciente apenas se estiver normal.
desprezar a fita com a gota de sangue no coletor de resíduos perfurocortantes e demais materiais no lixo comum.
A aferição da glicemia capilar consiste na verificação da taxa de glicose por meio da coleta de uma gota de sangue capilar, com o objetivo de monitorar o nível glicêmico. Os materiais necessários para a realização desse procedimento são:
glicosímetro, fitas reagentes para glicose, caneta e papel para anotação do resultado encontrado, lancetas estéreis e luvas cirúrgicas.
glicosímetro, fitas reagentes para glicose, lancetas estéreis, recipiente para descarte de material contaminado e luvas de procedimento.
glicosímetro, fitas reagentes para glicose, caneta e papel para anotação do resultado encontrado, lancetas reutilizáveis e luvas cirúrgicas.
glicosímetro, fitas reagentes para glicose, lancetas estéreis, recipiente para descarte de material contaminado e luvas cirúrgicas.


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A epinefrina é uma droga amplamente utilizada no atendimento de emergência. São consideradas reações adversas dessa droga:
hipotensão arterial e bradicardia
visão dupla e aumento da hemoglobina glicada
aumento da rigidez e tremores em pacientes com Parkinson e diminuição de perfusão das extremidades
aumento da pressão arterial e vasodilatação das extremidades, resultando na melhora da perfusão capilar periférica
Considera-se hiperglicemia o nível de glicemia capilar > 600 mg/dl, acompanhado de sinais e sintomas como alteração variável no nível de consciência (confusão, inconsciência e até convulsões) e sinais de desidratação importante.
Certo
Errado
A hiperglicemia é uma condição relacionada a desfechos desfavoráveis em uma internação hospitalar, especialmente diante de múltiplas comorbidades associadas ou quadro grave estabelecido, como ocorre no paciente crítico, acrescentando maiores riscos de complicações cardiovasculares e hemodinâmicas, infecções, distúrbios hidroeletrolíticos, trombose, dentre outros; aumentando o tempo de internação ou até o risco de óbito. Segundo o posicionamento da Sociedade Brasileira de Diabetes, qual a meta glicêmica recomendada para o paciente crítico?
140 e 180 mg/dL.
100 a 150 mg/dL.
150 a 200 mg/dL.
100 a 120 mg/dL.
A hiperglicemia matinal por deficiência de insulina, agravada pela secreção de hormônios contrarreguladores de madrugada é denominado de:
Efeito Somogyi
Efeito Diógenes
Efeito do alvorecer
Evento aurora boreal
Considere o seguinte caso: L.M, 59 anos, sexo feminino, sem histórico de comorbidades prévias, dá entrada na unidade de emergências com queixas de dor abdominal difusa, com taquicardia e hipotensão, sendo diagnosticada com pancreatite. Com isso, o nível glicêmico está
elevado.
diminuído.
normal.
indetectável.