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Durante o atendimento na Atenção Primária, a enfermeira avalia um paciente tabagista de 62 anos que relata tosse crônica, piora progressiva da dispneia e limitação para atividades diárias. A ausculta pulmonar revela sibilos difusos, e o paciente nunca realizou espirometria. Diante da suspeita de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), e considerando o papel da enfermagem no manejo clínico inicial dos problemas respiratórios, qual deve ser a conduta prioritária?
Orientar cessação do tabagismo, avaliar sintomas, realizar manejo inicial conforme protocolo e encaminhar o paciente para espirometria diagnóstica.
Recomendar apenas o uso contínuo de nebulização em domicílio, sem necessidade de avaliação diagnóstica.
Indicar repouso absoluto e evitar qualquer atividade física, mesmo leve, até desaparecimento completo da tosse.
Afirmar que a dispneia é compatível com a idade e que não há necessidade de investigar sintomas crônicos.