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Uma paciente de 52 anos, submetida à colecistectomia videolaparoscópica eletiva, é encaminhada à sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) apresentando leve sonolência, acesso venoso periférico pérvio, sonda vesical de demora e curativos limpos e secos no abdome. Após 20 minutos de observação, o técnico de enfermagem percebe que a paciente passa a responder lentamente aos comandos, apresenta saturação oscilando entre 90 e 92%, bem como extremidades frias e discreta taquicardia. Considerando as atribuições da equipe de enfermagem e as recomendações para o pós- operatório imediato em pacientes sob monitorização contínua, o técnico de enfermagem deve:
notificar imediatamente o enfermeiro responsável diante da alteração de consciência e da variação da saturação, garantindo intervenção precoce e acionamento de condutas avançadas, se necessário
manter a monitorização padrão, repetindo os sinais vitais em até 1 hora, visto que oscilações leves são esperadas no período imediato, comunicando o enfermeiro apenas se houver queda sustentada da saturação
ajustar a infusão venosa para melhorar a perfusão periférica enquanto aguarda nova aferição dos sinais vitais, uma vez que pequenas intervenções podem ser realizadas de forma autônoma no pós-operatório imediato
priorizar a avaliação do curativo abdominal e da ferida operatória, pois alterações sistêmicas leves costumam estar relacionadas à dor ou ao jejum prolongado, devendo a equipe aprofundar a inspeção local antes de qualquer escalonamento