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A diarreia aguda é uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil globalmente, sendo a desidratação a complicação mais grave. No contexto da assistência de enfermagem pediátrica, a identificação precoce dos sinais e sintomas de desidratação, bem como a aplicação das condutas adequadas, são cruciais para a recuperação da criança. Com base nas recomendações para o manejo da diarreia aguda e desidratação em crianças contidas no Manual de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (Ministério da Saúde, 2016), assinale a alternativa INCORRETA.
Quando uma criança tem diarreia por até 7 dias, dizemos que a diarreia é aguda. Após esse período, a diarreia é considerada crônica ou persistente. A maioria dos episódios de diarreia aguda é provocada por um agente infeccioso viral e dura menos de duas semanas.
Os lactentes amamentados de forma exclusiva geralmente têm fezes amolecidas, não devendo isto ser considerado diarreia. A mãe de uma criança que mama no peito pode reconhecer a diarreia porque a consistência ou a frequência das fezes é diferente do habitual.
Caso a criança apresente sangue nas fezes, a diarreia é classificada como disenteria. A causa mais comum da disenteria é a Shigella.
Há três tipos de classificação possíveis quanto ao estado de hidratação em uma criança com diarreia: desidratação grave, desidratação e sem desidratação.
O plano A consiste em recomendar alimentos e líquidos para tratar a diarreia em casa, quando a criança é classificada sem desidratação.