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Um paciente de 68 anos, com histórico de infecção do trato urinário não tratada, é admitido no serviço de emergência apresentando hipotensão (PA 80x50 mmHg) que não responde à infusão inicial de 1.000 ml de cristaloide, taquicardia (FC 130 bpm), febre (39,2°C), oligúria e rebaixamento do nível de consciência. Os exames laboratoriais revelam leucocitose com desvio à esquerda, acidose metabólica e lactato arterial de 5 mmol/L. Este cenário é compatível com choque séptico. A assistência de enfermagem intensiva é crucial para a estabilização do paciente e prevenção da disfunção de múltiplos órgãos. Diante deste quadro clínico complexo, qual é a principal prioridade do enfermeiro no manejo hemodinâmico do paciente, após a expansão volêmica inicial, conforme as diretrizes da "Surviving Sepsis Campaign"?
Inserir um cateter vesical de demora para monitorização rigorosa e contínua do débito urinário horário.
Aumentar a oferta de oxigênio por meio de uma máscara não reinalante com fluxo de 15 L/min para manter a SpO2 acima de 94%.
Iniciar a administração de aminas vasoativas, como a noradrenalina, para manter uma Pressão Arterial Média (PAM) alvo.
Administrar antibioticoterapia de amplo espectro na primeira hora após o reconhecimento do choque séptico.
Realizar a coleta de duas amostras de hemocultura de sítios distintos antes de iniciar a antibioticoterapia de amplo espectro.