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Uma criança de 2 anos é admitida em unidade pediátrica com diarreia aquosa, persistente há 48 horas e vômitos frequentes. Ao exame, apresenta extremidades frias e marmoreadas, enchimento capilar de 4 segundos, turgor cutâneo severamente diminuído, letargia leve, oligúria e pressão arterial limítrofe. A criança aceita líquidos em pequenas quantidades.
Considerando o protocolo de desidratação grave da OMS/UNICEF, qual é a conduta de enfermagem prioritária?
Iniciar reidratação com Soro de Reidratação Oral (100 mL/kg) nas primeiras 4 horas, mesmo com aceitação parcial, monitorando sinais vitais e diurese.
Administrar bolus intravenoso de solução isotônica 20 mL/kg em 5–10 minutos, com monitoramento contínuo de sinais vitais, perfusão periférica e consciência, seguido imediatamente de reidratação oral fracionada conforme tolerância.
Administrar bolus intravenoso de solução isotônica 15 mL/kg em 10–15 minutos, com monitoramento contínuo de sinais vitais e iniciar reidratação oral após 1 hora, se a criança aceitar.
Iniciar reidratação intravenosa lenta (10 mL/kg/h), mantendo dieta habitual e oferta de Soro de Reidratação Oral, apenas se aceitação oral melhorar.
Oferecer líquidos alternativos e antieméticos conforme aceitação da criança antes de qualquer via intravenosa, priorizando conforto e tolerância.