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T.C.D., homem, motorista de moto, chega acompanhado de familiar ao serviço de saúde de emergência com suspeita de trauma cranioencefálico após acidente por colisão com outro veículo e queda. Chega confuso, refere dor, e possui sangramento na região temporal.
Sobre o caso, assinale a alternativa correta.
A imobilização cervical é desnecessária se a vítima estiver consciente e relatando dor apenas em região frontal, sem queixa de dor cervical.
A monitorização da pressão arterial é desnecessária na fase inicial do atendimento, pois alterações hemodinâmicas são tardias em TCE.
Na abordagem inicial, deve-se priorizar a avaliação do nível de consciência, instalação de acesso venoso calibroso, avaliação do padrão respiratório e dos sinais de lateralização, mantendo estabilização da coluna cervical e monitorando sinais de deterioração neurológica.
Em vítimas de TCE leve sem perda de consciência, a alta imediata é segura, já que em casos de complicações a perda de consciência imediata é sempre observada.
A presença de vômitos e cefaleia após TCE são irrelevantes, podendo ser manejada exclusivamente com analgésicos simples, e estão, na maior parte das vezes, associadas à experiência psicológica do trauma, e não a questões emergenciais.