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Em um parto domiciliar planejado, a enfermeira obstetra identifica desaceleração persistente dos batimentos cardiofetais (risco iminente) e comunica a necessidade de transferência hospitalar. A parturiente, ciente da possibilidade e após ser informada do risco, recusa a transferência e insiste em permanecer no domicílio. Diante dessa emergência, qual é a conduta ética e legal prioritária da enfermeira?
Respeitar integralmente a decisão da mulher, permanecendo no domicílio até o nascimento, garantindo a autonomia da paciente.
Acionar o serviço de emergência, registrar a recusa e proceder à transferência, fundamentada no dever ético de preservar a vida.
Solicitar a assinatura de novo termo de consentimento isentando-a de responsabilidade profissional.
Registrar a recusa e manter o acompanhamento até que os sinais vitais se estabilizem, dispensando a transferência.
Encerrar a assistência por impossibilidade ética de continuar o atendimento e registrar no prontuário.