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De acordo com as recomendações da OMS, o Guia de Cuidados do Parto da OMS (LCG) substitui o partograma tradicional em muitas diretrizes atuais. Especificamente no monitoramento da dilatação cervical, assinale a alternativa que apresenta corretamente o ponto de início da fase ativa.
O LCG deve ser iniciado a partir de 4 cm de dilatação, e a intervenção deve ser considerada quando chegar na linha de ação.
O LCG deve ser iniciado a partir de 5 cm de dilatação, e a progressão do trabalho de parto deve ser monitorada.
O LCG deve ser iniciado a partir de 3 cm de dilatação, e a linha de ação rígida de 4 horas deve ser mantida para a nulípara, sendo o critério menos rígido para a multípara.
O LCG desconsidera o registro da dilatação cervical, focando-se na frequência cardíaca fetal e nos cuidados de apoio, por ser uma prática excessivamente intervencionista.
O LCG deve ser iniciado a partir de 6 cm de dilatação, e o limiar para a investigação é uma dilatação que não atinja 3 cm em um período de 4 horas.