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Durante auditoria em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o enfermeiro auditor avalia o funcionamento do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e observa que não há comprovação de treinamentos periódicos sobre segurança, que a identificação dos pacientes não segue padrão institucional e que indicadores-chave — como quedas — não são acompanhados de forma sistemática. Além disso, o NSP informa que sua atuação se restringe a registrar incidentes graves, sem monitoramento contínuo dos demais processos assistenciais. Considerando as exigências da RDC nº 36/2013 sobre a gestão da segurança do paciente, qual é a principal não conformidade que deve ser apontada?
Falta de registro de incidentes leves e moderados, já que apenas os graves são permitidos pela RDC nº 36/2013.
Falta de treinamento exclusivo para médicos, já que a RDC nº 36 determina capacitação apenas para categorias de nível superior.
Ausência de identificação por pulseiras coloridas, já que a RDC nº 36 exige codificação padronizada nacionalmente.
Ausência de monitoramento e avaliação dos indicadores de segurança obrigatórios definidos no Plano de Segurança do Paciente.
Não existência de um comitê de ética profissional, considerado obrigatório pela RDC nº 36/2013.