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A Resolução RDC ANVISA nº 36/2013 tem a finalidade de criar ações para promover a segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde. De acordo com essa Resolução, assinale a alternativa correta.
A direção do serviço de saúde deve compor o Núcleo de Saúde do País (NSP).
A direção do serviço de saúde não pode utilizar a estrutura de comitês ou núcleos já existentes para o desempenho das atribuições do Núcleo de Segurança do Paciente.
O monitoramento dos acidentes e eventos adversos será realizado pelo Núcleo de Saúde do País (NSP).
Compete à ANVISA, em articulação com o CONTER (Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia), avaliar os dados sobre eventos adversos comunicados pelos serviços de saúde.
O Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (PSP) deve estabelecer estratégias e ações de gestão de risco, conforme as atividades desenvolvidas pelo serviço de saúde.
Durante auditoria em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o enfermeiro auditor avalia o funcionamento do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e observa que não há comprovação de treinamentos periódicos sobre segurança, que a identificação dos pacientes não segue padrão institucional e que indicadores-chave — como quedas — não são acompanhados de forma sistemática. Além disso, o NSP informa que sua atuação se restringe a registrar incidentes graves, sem monitoramento contínuo dos demais processos assistenciais. Considerando as exigências da RDC nº 36/2013 sobre a gestão da segurança do paciente, qual é a principal não conformidade que deve ser apontada?
Falta de registro de incidentes leves e moderados, já que apenas os graves são permitidos pela RDC nº 36/2013.
Falta de treinamento exclusivo para médicos, já que a RDC nº 36 determina capacitação apenas para categorias de nível superior.
Ausência de identificação por pulseiras coloridas, já que a RDC nº 36 exige codificação padronizada nacionalmente.
Ausência de monitoramento e avaliação dos indicadores de segurança obrigatórios definidos no Plano de Segurança do Paciente.
Não existência de um comitê de ética profissional, considerado obrigatório pela RDC nº 36/2013.
Dona Josefa, 72 anos, foi internada em um hospital geral para tratamento de pneumonia. Durante sua internação, a equipe de enfermagem, ao administrar uma medicação, percebeu que a via de administração estava incorreta, gerando um evento adverso sem dano. A enfermeira responsável prontamente interrompeu a administração, comunicou o médico e registrou o ocorrido. Posteriormente, a equipe se reuniu para discutir o incidente e identificar as causas-raiz, implementando medidas preventivas para evitar recorrências, como a revisão do processo de checagem de medicação e a capacitação da equipe. Com base no caso clínico apresentado e na RDC/ANVISA nº 36/2013, assinale a alternativa que melhor descreve a conduta da equipe de saúde em conformidade com a referida resolução.
A conduta da equipe demonstra total conformidade com a RDC, pois houve a identificação do evento adverso, a comunicação, o registro, a análise das causas-raiz e a implementação de ações para a prevenção de novos incidentes.
Houve aplicação parcial da RDC. A equipe agiu corretamente ao interromper a administração da medicação e comunicar o médico, mas o registro do incidente deveria ter sido feito apenas se houvesse dano ao paciente.
A identificação do evento adverso e a comunicação imediata ao médico foram adequadas, mas a reunião para discutir as causas-raiz não é uma exigência da RDC.
A equipe deveria ter evitado registrar o incidente para não gerar um histórico negativo para o hospital, focando apenas a correção imediata do erro.
A RDC descreve ações para serem adotadas apenas a eventos adversos graves, portanto um incidente sem dano, como o descrito, requer somente a interrupção da administração, comunicação ao médico e registro do ocorrido.
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36/2013 institui ações voltadas para a segurança do paciente nos serviços de saúde. Considerando suas diretrizes, a equipe de enfermagem deve estar atenta, sobretudo,
ao princípio do Núcleo de Segurança do Paciente, que busca melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde.
à divulgação de relatório anual sobre eventos adversos, com a análise das notificações realizadas pelos serviços de saúde por meio do Núcleo de Segurança do Paciente.
aos consultórios individualizados, laboratórios clínicos e os serviços móveis e de atenção domiciliar, que devem cumprir as determinações dessa resolução.
aos serviços de saúde que desenvolvem ações de ensino e pesquisa que não estão sujeitos às determinações dessa resolução.
ao Núcleo de Segurança do Paciente, que fica liberado de desenvolver ações para a integração e a articulação multiprofissional no serviço de saúde.
A Resolução RDC nº 36/2013 da ANVISA, integrada à Política Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), estabelece a obrigatoriedade de Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) em serviços de saúde, a elaboração de planos institucionais, a adoção de protocolos prioritários (cirurgia segura, prevenção de quedas, úlceras por pressão, uso seguro de medicamentos, identificação correta e prevenção de infecções), além da notificação de eventos adversos ao Notivisa e monitoramento de indicadores de qualidade assistencial. Tais dispositivos reforçam a cultura de segurança não punitiva, a responsabilização compartilhada e a participação multiprofissional contínua. Considerando esse arcabouço regulatório, qual proposição expressa com maior precisão a lógica normativa e operacional preconizada pela RDC nº 36/2013?
Estrutura a segurança em treinamentos isolados e pontuais, priorizando metas produtivistas, sem integração de protocolos, definição de responsabilidades ou retroalimentação sistemática das práticas.
Reduz eventos adversos a falhas individuais, sustenta lógica punitiva, restringe notificações espontâneas e enfraquece a análise colaborativa de causas e barreiras preventivas organizacionais.
Limita protocolos institucionais ao controle exclusivo de infecções, desconsiderando identificação correta, cirurgia segura, prevenção de quedas, úlceras por pressão e uso de medicamentos de risco.
Restringe a participação social e familiar, minimiza transparência institucional, suprime devolutivas sobre resultados e metas e fragiliza comunicação efetiva entre gestores, trabalhadores e usuários.
Institui Núcleo de Segurança do Paciente, elabora planos com protocolos prioritários, promove gestão de riscos, assegura notificações ao Notivisa, monitora indicadores e consolida cultura multiprofissional não punitiva.
A resolução RDC nº 36 de 25 de julho de 2013 da ANVISA institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Com relação ao capítulo III "da vigilância, do monitoramento e da notificação de eventos adversos", é correto afirmar que:
a notificação dos eventos adversos, para fins dessa Resolução, deve ser realizada mensalmente pelo Núcleo de Segurança do Paciente, até o 10° (décimo) dia útil do mês subseqüente ao mês da vigilância, por meio das ferramentas eletrônicas disponibilizadas pela Anvisa.
os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em até 72 horas a partir do ocorrido.
o monitoramento dos incidentes e eventos adversos será realizado pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.
os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em até 24 horas a partir do ocorrido.
compete ao Núcleo de Segurança do Paciente acompanhar, junto às vigilâncias sanitárias distrital, estadual e municipal, as investigações sobre os eventos adversos que evoluíram para óbito.
Com base na resolução - RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, analise as colunas a seguir:
I. Cultura da segurança
II. Núcleo de segurança do paciente (NSP)
III. Garantia da qualidade
IV. Segurança do paciente
A. Instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.
B. Redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
C. Totalidade das ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam dentro dos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem.
D. Conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde.
Com base nas informações contidas nessas duas colunas, marque o item que apresenta a associação correta entre os conceitos e suas definições:
I-A, II-C; III-B; IV-D
I-D, II-A; III-C; IV-B
I-D, II-A; III-B; IV-C
I-B, II-D; III-C; IV-A
Em conformidade com a ANVISA Resolução - RDC Nº 36, de 25 de julho de 2013, o Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (PSP), elaborado pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), deve estabelecer estratégias e ações de gestão de risco, conforme as atividades desenvolvidas pelo serviço de saúde.
Sendo assim, analise as afirmativas a seguir e assinale com (V) as VERDADEIRAS e (F) as FALSAS.
I – Identificação, análise, avaliação, monitoramento e comunicação dos riscos no serviço de saúde, de forma sistemática; integrar os diferentes processos de gestão de risco desenvolvidos nos serviços de saúde; implementação de protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde; identificação do paciente;
II – Higiene das mãos; segurança cirúrgica; segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos; segurança na prescrição, uso e administração de sangue e hemocomponentes;
III – segurança no uso de equipamentos e materiais; manter registro adequado do uso de órteses e próteses; prevenção de quedas dos pacientes; prevenção de úlceras por pressão; prevenção e controle de eventos adversos em serviços de saúde, incluindo as infecções relacionadas à assistência à saúde;
IV – segurança nas terapias nutricionais enteral e parenteral; comunicação efetiva entre profissionais do serviço de saúde e entre serviços de saúde; estímulo à participação do paciente e dos familiares na assistência prestada, promoção do ambiente seguro.
Em relação a essas afirmativas, são verdadeiras
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
I, II, III e IV.
I, II e III, apenas.
A Resolução RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, descreve que o documento que aponta situações de risco e descreve as estratégias e ações definidas pelo serviço de saúde para a gestão de risco visando à prevenção e à mitigação dos incidentes, na admissão, na transferência, na alta ou no óbito do paciente, no serviço de saúde, é chamado de:
protocolo clínico de incidentes
mapeamento de riscos clínicos
diretriz clínica e operacional de riscos
plano de segurança do paciente em serviços de saúde
As questões adjuntas à segurança do paciente são um grave problema de saúde pública em todo mundo, uma vez que o risco e a ocorrência de eventos adversos têm aumentado em todos os ambientes da saúde, fatos estes relacionados principalmente ao maior número de opções terapêuticas e diagnósticas. Observa-se, ainda, que mesmo em instituições de saúde mais bem estruturadas, os pacientes e familiares estão em constante risco de serem vítimas de erros e/ou eventos adversos evitáveis.
Neste contexto, como recurso para a Sistematização da Assistência de Enfermagem, além da implantação do Processo de Enfermagem, se faz necessário a adoção de medidas sistematizadas, visando a prevenção dos riscos e a segurança dos usuários dos serviços de saúde. Assinale abaixo a RDC estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que corresponde a este processo.
RESOLUÇÃO - RDC N.º 22, DE 20 DE JULHO DE 2022.
RESOLUÇÃO - RDC N.º 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.
RESOLUÇÃO - RDC N.º 35, DE 20 DE JULHO DE 2013.
RESOLUÇÃO - RDC N.º 26, DE 25 DE JULHO DE 2016.
Em conformidade com as disposições da Resolução - RDC Nº 36, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, assinale a alternativa incorreta.
Compete ao Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) acompanhar as ações vinculadas ao Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde
O Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde (PSP), elaborado pelo NSP, deve estabelecer estratégias e ações de gestão de risco, conforme as atividades desenvolvidas pelo serviço de saúde
A direção do serviço de saúde deve constituir o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e nomear a sua composição, conferindo aos membros autoridade, responsabilidade e poder para executar as ações do Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde
Por segurança do paciente, deve-se compreender a maximização a um máximo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde
A RDC 36/2013 ensina muito sobre as ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, devendo ser de conhecimento dos enfermeiros sobre o “conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança, substituindo a culpa e a punição pela oportunidade de aprender com as falhas e melhorar a atenção à saúde”, portanto trata-se da?
Cultura da oportunidade.
Cultura do empenho.
Cultura da motivação.
Cultura da segurança.
Cultura do aprendizado.
A RDC 36/2013 institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. No Capítulo III, parágrafo único, estabelece que os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em
até 24 (vinte e quatro) horas a partir do ocorrido.
até 72 (setenta e duas) horas a partir do ocorrido.
até 48 (quarenta e oito) horas a partir do ocorrido.
até 7 (sete) dias a partir do ocorrido.
Segundo a RDC nº 36, de 25 de julho de 2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências, o núcleo de segurança do paciente deve adotar os seguintes princípios e diretrizes:
melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde; disseminação sistemática da cultura de segurança; articulação e integração dos processos de gestão de risco e a garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde
melhoria frequente dos processos de trabalho e do uso de tecnologias da saúde; divulgação somente nas áreas assistenciais acerca da cultura de segurança; integração dos processos de gestão de risco e a garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde
melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde; divulgação somente nas áreas assistenciais acerca da cultura de segurança; articulação dos processos de gestão de documentos e a garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde
melhoria frequente dos processos de trabalho; divulgação nas áreas assistenciais; articulação e a integração dos processos de gestão de risco e a garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde
O profissional enfermeiro é fundamental para o desenvolvimento das atividades realizadas pelos serviços de saúde, através do Plano de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde, com isso estabelecendo estratégias e ações de gestão de risco, conforme a RDC 36/2013, exceto?
Implementação de protocolos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde.
Estimular a participação do paciente e dos familiares na assistência prestada.
Segurança na prescrição, uso e administração de sangue e hemocomponentes.
Prevenção de quedas dos pacientes.
Prevenção de úlceras por pressão.
A RDC/Anvisa nº 36/2013, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências, regulamenta aspectos da segurança do paciente como a implantação dos Núcleos de Segurança do Paciente, a obrigatoriedade da notificação dos eventos adversos e a elaboração do Plano de Segurança do Paciente. Nessa resolução, são adotadas algumas definições, sendo assim, analise as assertivas abaixo:
I. Dano é o comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
II. Evento adverso é um incidente que resulta em dano à saúde.
III. Garantia da qualidade é o conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança.
IV. Gestão de risco é a instância do serviço de saúde criada para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente.
V. Serviço de saúde é o conjunto de equipamentos, medicamentos, insumos e procedimentos utilizados na atenção à saúde, bem como os processos de trabalho, a infraestrutura e a organização do serviço de saúde.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
Apenas I, IV e V.
I, II, III, IV e V.
Dentre os princípios e diretrizes adotados pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), conforme Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) de nº 36, de 25 de julho de 2013, assinale a alternativa correta.
A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde
A disseminação local da cultura de segurança
A desarticulação e a integração dos processos de gestão de vetores
A garantia das más condições das instalações do serviço de saúde
O fortalecimento da cultura do medo em se trabalhar em serviços de saúde, pois assim os profissionais se previnem mais
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) no 36/2013 da Anvisa estabelece a obrigatoriedade de criação de núcleos de segurança do paciente nos serviços de saúde e da notificação obrigatória de eventos adversos associados à assistência do paciente.
A segurança do paciente tem sido cada mais discutida no âmbito da qualidade da assistência e dos serviços de saúde. A RDC n. 36, de 25 de julho de 2013, instituiu ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, deu outras providências e definiu a segurança do paciente como sendo
os componentes da garantia da qualidade que asseguram que os serviços são ofertados com padrões de qualidade adequados.
o conjunto de valores, atitudes, competências e comportamentos que determinam o comprometimento com a gestão da saúde e da segurança.
as ações sistemáticas necessárias para garantir que os serviços prestados estejam nos padrões de qualidade exigidos para os fins a que se propõem.
a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde.
De acordo com a RDC nº 36, de julho de 2013, todos os serviços de saúde, sejam eles públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares, incluindo aqueles que exercem ações de ensino e pesquisa, devem constituir instância para promover e apoiar a implementação de ações voltadas à segurança do paciente, que terá a denominação de:
gerência de risco e segurança.
vigilância em saúde.
serviço de acreditação.
núcleo de segurança do paciente.
setor de educação permanente.