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Na suspeita de dengue, a conduta inicial deve considerar a presença de sinais de alarme...

Na suspeita de dengue, a conduta inicial deve considerar a presença de sinais de alarme, o estado hemodinâmico e o risco de complicações hemorrágicas.


Considere paciente em fase de defervescência febril, com dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, lipotimia e prova do laço positiva, mantendo estabilidade hemodinâmica no momento da avaliação. Em conformidade com as diretrizes de manejo clínico das arboviroses, é correto afirmar que:


A

a positividade da prova do laço associada a manifestações hemorrágicas cutâneas isoladas caracteriza dengue grave, impondo internação imediata em unidade de terapia intensiva.


B

a associação de dor abdominal intensa, vômitos persistentes e lipotimia configura sinais de alarme, indicando necessidade de observação clínica rigorosa, hidratação adequada e reavaliação seriada, mesmo na ausência de instabilidade hemodinâmica inicial.


C

a identificação de trombocitopenia, independentemente de sangramento ativo ou instabilidade clínica, impõe transfusão profilática de plaquetas como medida preventiva padrão.


D

a diferenciação clínica entre dengue e chikungunya baseia-se exclusivamente na presença de exantema, sendo dispensável a análise evolutiva dos sinais e sintomas.