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As consequências do extravasamento de quimioterápicos administrados por via intravenosa variam conforme a classificação do agente como um irritante ou vesicante. Sobre essa diferenciação, segundo Brunner (2023) marque a alternativa CORRETA
Tanto vesicantes quanto irritantes apresentam potencial semelhante para necrose de tendões, músculos, nervos e vasos sanguíneos, diferindo apenas no tipo de antídoto utilizado para manejo.
Agentes irritantes são fármacos cujo extravasamento leva à destruição tecidual progressiva e formação de úlceras profundas, enquanto vesicantes causam apenas inflamação local autolimitada.
Agentes vesicantes, ao extravasarem, podem provocar necrose, ulceração e dano tecidual severo, exigindo intervenção imediata, enquanto os irritantes causam desconforto, dor e inflamação, sem lesão tecidual permanente.
Vesicantes são menos perigosos que irritantes, pois não possuem interação celular significativa após extravasamento, e o principal cuidado neste caso é aplicar gelo local 4 (quatro) vezes ao dia nas primeiras 24h.