

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um paciente adulto vítima de trauma cranioencefálico (TCE) grave e internado na UTI apresenta piora neurológica aguda nas últimas horas. Durante a avaliação sistemática, o técnico de enfermagem identifica:
Pupila direita fixa e midriática (anisocoria importante).
Queda progressiva do escore de Glasgow.
Pressão arterial: 180 × 90 mmHg.
Frequência cardíaca: 48 bpm.
Considerando os achados clínicos e a fisiopatologia do TCE, esse conjunto de sinais sugere:
Depressão neurológica secundária à sedação contínua, sem evidência de hipertensão intracraniana.
Hipoglicemia grave como causa primária da deterioração do nível de consciência.
Instabilidade hemodinâmica decorrente de resposta compensatória ao trauma, possivelmente associada a sangramento oculto em outro sítio traumático.
Alteração aguda do estado mental associada à síndrome confusional aguda (delirium), potencialmente desencadeada por fatores metabólicos, abstinência ou estresse fisiológico da internação.
Ativação do reflexo de Cushing, indicando hipertensão intracraniana crítica e risco de herniação cerebral iminente.