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A dengue é uma doença endêmica no Brasil, com ocorrências de casos durante todo o ano. Entretanto, tem um padrão sazonal, coincidente com períodos quentes e chuvosos, quando são observados o aumento do número de casos e um risco maior para epidemias. Do ponto de vista clínico, um grande desafio está na identificação adequada e precoce do paciente com dengue, que é um aspecto importante para a sua evolução favorável e a recuperação.
Analise o fluxograma de atendimento e aconselhamento dos pacientes identificados como suspeitos de dengue a seguir, para responder a esta questão.
Fluxograma parcial de manejo clínico da dengue

Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Ministério da Saúde (MS), 2025.
Como deve ser a conduta, relacionada à reidratação, de um paciente com suspeita de dengue caracterizada como do grupo B?
O paciente, por ter condições especiais, deve receber reposição volêmica imediata com 10 mL/kg de soro fisiológico, endovenoso, na primeira hora.
O paciente, com condições especiais, deve receber o mesmo tratamento do grupo A, quanto à conduta de hidratação oral.
O paciente, por ter condições especiais, deve receber reposição volêmica imediata com 20 mL/kg de soro fisiológico, endovenoso, em até 20 minutos.
A hidratação oral do paciente deve ser estabelecida com 2/3 do volume determinado pelo peso com sais de reidratação oral.
A reidratação do paciente deve ser de 1/3 do volume determinado pelo peso com soro fisiológico 0,9% por via parenteral.