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No pós-operatório de cirurgias de grande porte, a avaliação sistemática de complicações locais é atribuição do enfermeiro. Em relação ao seroma, pode-se dizer que a sua identificação clínica e a conduta adequada do enfermeiro, são, respectivamente:
acúmulo de líquido seroso em espaço morto cirúrgico, manifestando-se por aumento de volume e flutuação local, geralmente sem sinais flogísticos importantes, cabendo ao enfermeiro monitorar, registrar e comunicar a equipe para avaliação
extravasamento sanguíneo subcutâneo com equimose, dor variável e aumento de volume local, decorrente de sangramento tecidual, sendo considerado intercorrência possível no pós-operatório
coleção purulenta associada à hiperemia, dor intensa, calor local e com possibilidade de febre, cuja conduta envolve antibioticoterapia e preparo para drenagem cirúrgica conforme avaliação médica
complicação infecciosa sistêmica caracterizada por alterações laboratoriais e sinais gerais, cuja identificação prescinde da inspeção e palpação da ferida operatória