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Paciente adulto, 32 anos, no 4º dia de febre, mialgia e cefaleia, evolui com dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e queda progressiva da contagem de plaquetas. Encontra-se hemodinamicamente estável, sem sinais de choque ou sangramento grave. Conforme a classificação clínica preconizada pelo Ministério da Saúde para o manejo da dengue, esse quadro é compatível com:
dengue sem sinais de alarme, com indicação de acompanhamento ambulatorial e hidratação oral domiciliar
dengue grave, caracterizada exclusivamente pela presença de choque instalado ou hemorragia maciça
dengue com sinais de alarme, demandando monitoramento clínico rigoroso, reavaliação laboratorial seriada e possível internação
quadro viral febril em fase de defervescência, com trombocitopenia esperada e sintomas gastrointestinais inespecíficos, passível de manejo ambulatorial mediante orientação e retorno programado