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Um paciente em ventilação mecânica há 11 dias, sob infusão contínua de noradrenalina em dose vasopressora moderada, apresenta perfusão periférica limítrofe, hipoproteinemia e edema generalizado. Durante a elaboração do plano de prevenção, o enfermeiro implementa mudanças rigorosas de posição utilizando matriz de redistribuição baseada no “relógio assistencial”.
Diante da condição hemodinâmica e dos fatores intrínsecos de risco, qual intervenção mais crítica deve ser integrada ao manejo para reduzir microcizalhamento e isquemia tecidual profunda associada a colapso capilar em proeminências ósseas?
Selecionar superfícies de suporte com controle ativo de microclima, reduzindo coeficiente de fricção, manejo de calor e umidade, priorizando interfaces de baixa pressão e ventilação contínua.
Realizar mobilização manual com tração mínima nas regiões de maior risco, utilizando massagem circulatória leve para melhorar perfusão capilar comprometida pelo uso de vasopressor.
Manter mudanças de decúbito laterais de aproximadamente 30°, em intervalos programados, ainda que haja edema importante, priorizando descarga pressórica padronizada mesmo em tecidos congestos.
Utilizar barreiras tópicas oleosas espessas para reduzir evaporação transepidérmica, mesmo sem avaliação prévia do microclima, evitando ressecamento da camada córnea em tecidos edemaciados.