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A equipe de uma UBS que realiza visita domiciliar identifica diferentes perfis de usuários acompanhados no território. Um usuário apresenta doença crônica estável, com dificuldade de locomoção até a unidade de saúde e necessidade de acompanhamento periódico com baixa frequência de visitas. Outro usuário apresenta maior complexidade clínica, necessitando de visitas frequentes, acompanhamento contínuo e uso de equipamentos para suporte à vida.
Com base nas modalidades de Atenção Domiciliar, consideram-se os usuários enquadrados na modalidade
AD1, ambos, devido a se encontrarem em domicílio.
AD1, devido aos cuidados de menor intensidade, e AD3, devido à maior complexidade, respectivamente.
AD2, devido à presença de doença crônica, e AD1, respectivamente.
AD2, ambos, devido à dificuldade ou à impossibilidade física de locomoção.
AD2 e na modalidade AD3, respectivamente, devido à necessidade de visita domiciliar nos dois casos.