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Um paciente de 58 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2, apresenta HbAlc de 10,2%, glicemias persistentemente elevadas e relato de baixa adesão terapêutica. A equipe da Atenção Primária à Saúde (APS) avalia a necessidade de ajuste no plano terapêutico. Segundo os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para diabetes mellitus tipo 2, a conduta MAIS ADEQUADA e:
Manter o tratamento atual e reavaliar em 'l 2 meses.
Suspender monitoramento glicêmico temporariamente.
Intensificar o tratamento farmacológico associado à educação em saúde.
Encerrar acompanhamento na APS e encaminhar exclusivamente para nível terciário.