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Um paciente de 62 anos, com diagnóstico médico de Doença Renal Crônica (DRC) em estágio G5, realiza hemodiálise três vezes por semana através de uma fístula arteriovenosa no membro superior esquerdo. Durante a avaliação de enfermagem, o profissional observa que o paciente apresenta ganho ponderal interdialítico de 4,5 kg, edema compressível em membros inferiores (4+/4+), distensão da veia jugular a 45 graus e queixa de dispneia ao realizar pequenos esforços no ambiente doméstico. Com base na taxonomia NANDA-I 2024-2026, para o planejamento da assistência de enfermagem focada no equilíbrio hídrico desse paciente, o diagnóstico de enfermagem mais acurado para a situação clínica apresentada é o(a):
Risco de desequilíbrio eletrolítico, relacionado à disfunção renal crônica, independentemente da presença de sinais clínicos de sobrecarga hídrica atual.
Volume de líquidos excessivo, relacionado ao comprometimento dos mecanismos reguladores da excreção renal e manifestado pela presença de edema e dispneia.
Integridade da pele prejudicada, relacionada à retenção de toxinas urêmicas na epiderme e manifestada pelo prurido intenso relatado pelo paciente na consulta.
Débito cardíaco diminuído, relacionado à alteração na póscarga miocárdica, sendo o edema um sintoma secundário que não define o problema prioritário.